Black Manifest (The Sermon to the Masses)
O self my god
Foreign is thy name except
In blasphemy
For i am thy iconoclast
I cast thy bread upon the waters
For i myself am meat enough
Hidden in the labyrinth of the alphabet
Is my sacred name
The sigil of all things unknown
On earth my kingdom is
Eternity of desire
My wish incarnates in the belief
And becomes flesh
For, i am the living truth
Heaven is ecstasy
My consciousness changing
And acquiring association
May i have courage to take from my own superabundance
Let me forget righteousness
Free me of morals
Lead me into temptation of myself
For i am a tottering kingdom
Of good and evil
May worth be acquired
Through those things
I have pleasured
Intoxicate me with self-love
Teach me to sustain its freedom
For i am sufficiently hell
Let me sin against the small beliefs
Manifesto Negro (O Sermão para as Massas)
O eu, meu deus
Estrangeiro é teu nome, exceto
Na blasfêmia
Pois eu sou teu ícone
Eu lanço teu pão sobre as águas
Pois eu mesmo sou carne suficiente
Escondido no labirinto do alfabeto
Está meu nome sagrado
O sigilo de todas as coisas desconhecidas
Na terra, meu reino é
A eternidade do desejo
Meu desejo se encarna na crença
E se torna carne
Pois eu sou a verdade viva
O céu é êxtase
Minha consciência mudando
E adquirindo associação
Que eu tenha coragem de tirar da minha própria abundância
Deixa eu esquecer a retidão
Liberta-me da moral
Leva-me à tentação de mim mesmo
Pois eu sou um reino vacilante
De bem e mal
Que o valor seja adquirido
Através daquelas coisas
Que eu desfrutei
Intoxica-me com amor-próprio
Ensina-me a sustentar sua liberdade
Pois eu sou suficientemente inferno
Deixa eu pecar contra as pequenas crenças
Composição: Bill Waranoff