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Um Cemitério Para Vadias

Crisis

A Graveyard For Bitches

He's an invader on a misson. Got a built - in weapon.
Gotta stake his claim, Leave his mark, then go conquer
all over again. He's becoming a weapon, A flesh and bone
knife. He's been taught to conquer and kill. A prefect
Student with an animalistic will. His body's a weapon, A
weapon of war. He leaves his mark,and it's deep from his
insides. It's like she's the raw meat, and he's drawing the
flies, He's not the only one, the mindset multiplies, the
mindset Multiplies. Like little soldiers with orders from
the hive, like a modern primitive tribe. Animus primitized
in the jungle of life. Human but hubris perverted by the
hive. Societal sickness only pigues curiosity, Goes without
scrutiny, Becomes inherited Victimology history. Heart
grows Cold as stone. Sharpens the soul, Works over flesh
and bone, till it's tough and unbreakable and all softness
is gone. He takes something away, she's dead alive. Afraid
to look his own inevitable death in the eye, a beast comes
to life! in her blood he's baptised by this soul sex genocide;
the thrill is in the taking. He's an invader, his body's
a weapon, He's going to pillage the flesh frontier. Gonna
stab jab invade penetrate degrade chop slice dice victimize
crack gash stab tear hack till the meat is off the
hook... Warm blood won't wash away a dirty shame.
Split open veins, still won't sweeten a sour hate. Can you
hear them screaming..... He's in too deep, he's in too deep,
She's dead alive. Headless torso, arms and legs; their ghosts
still remain, lifegiving wombs,birthing his pain.

Um Cemitério Para Vadias

Ele é um invasor em uma missão. Tem uma arma embutida.
Precisa fazer sua marca, deixar seu sinal, e então conquistar
tudo de novo. Ele está se tornando uma arma, uma faca de carne e osso.
Foi ensinado a conquistar e matar. Um aluno perfeito
com uma vontade animal. O corpo dele é uma arma, uma
arma de guerra. Ele deixa sua marca, e é profunda de dentro.
É como se ela fosse a carne crua, e ele atraísse as moscas,
Ele não é o único, a mentalidade se multiplica, a
mentalidade se multiplica. Como pequenos soldados com ordens da colmeia,
como uma tribo primitiva moderna. Animus primitivado
na selva da vida. Humano, mas a arrogância pervertida pela
colmeia. A doença social só aguça a curiosidade,
segue sem escrutínio, torna-se uma história de vitimologia herdada.
O coração esfria como pedra. Afiando a alma,
trabalha sobre carne e osso, até ficar duro e inquebrável e toda a suavidade
ter ido embora. Ele tira algo, ela está morta-viva.
Com medo de encarar sua própria morte inevitável, uma besta ganha
vida! Em seu sangue ele é batizado por esse genocídio de sexo-alma;
o prazer está em tomar. Ele é um invasor, o corpo dele é
uma arma, ele vai saquear a fronteira da carne. Vai
esfaquear, cutucar, invadir, penetrar, degradar, picar, fatiar, cortar, vitimizar,
quebrar, rasgar, hackear até que a carne esteja fora do
gancho... Sangue quente não vai lavar uma vergonha suja.
Veias abertas, ainda não adoçam um ódio azedo. Você
consegue ouvi-los gritando..... Ele está fundo demais, ele está fundo demais,
ela está morta-viva. Torso sem cabeça, braços e pernas; seus fantasmas
ainda permanecem, úteros que dão vida, gerando sua dor.

Composição: Crisis / Karyn Crisis