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A Sangue Frio

Cromlech

The Bleeding

Painted in black it smiles towards me
The forlorn hopes fiery strains impale me

From sanguine skies, as wept by fallen grace
Poured into the naked wounds of bitterness

Blood of false serenity
Blood of sacred impurity
Brought unto us mere everdying

Through me they burn

I break these circles of dreadful pain
Scorch these lost lives to never be again
With scarred eyes so vapid and cold
Come enrich my dwelling with your desolate sights
…dying sights…

A silent remembrance reflects within…
A contiguity so fierce, it's bursting through my flesh

Rivers of fire consume me… consume me!
And shed from your grieving womb the tears of falseness…
Bleed upon me with hate!

Caress me malicious shadows
Open wide you exquisite blackness
And devour me in macabre passion

A Sangue Frio

Pintado de preto, ele sorri pra mim
As esperanças perdidas, suas chamas me atravessam

Dos céus sanguíneos, como chorados pela graça caída
Derramados nas feridas nuas da amargura

Sangue da falsa serenidade
Sangue da sagrada impureza
Trouxe a nós meros mortais que nunca morrem

Através de mim eles queimam

Eu quebro esses círculos de dor horrenda
Queimo essas vidas perdidas que nunca mais serão
Com olhos marcados, tão vazios e frios
Venha enriquecer meu lar com suas visões desoladas
…visões moribundas…

Uma lembrança silenciosa reflete dentro de mim…
Uma continuidade tão feroz, que está explodindo pela minha carne

Rios de fogo me consomem… me consomem!
E derrame do seu útero em luto as lágrimas da falsidade…
Sangre sobre mim com ódio!

Acaricie-me, sombras malignas
Abra bem sua escuridão requintada
E me devore na paixão macabra

Composição: