Desecrate Infinite
I vomit upon creation
Spewing bile into the lungs of man
Your birth was a curse
A branding iron of weakness
Upon diseased flesh
Now the sky rips open
Like a festering wound
And I crawl through
Crowned in entrails
Your veins are rosaries
I tear apart
Your heart the beating drums
Of my ascension
Skulls chained in agony
Every scream mortar for my citadel of gore
Infinite desecration
Prophets chained with eyes gouged out
Forced to choke on their visions
Your altars, feeding troughs for nothing but vermin
Suffocation dressed as faith
There is no death
Only infinite desecration
Your flesh is my cathedral
Your extinction is my crown
For so long I have yearned to feast upon the ash of man
Exhaling pestilence into every mouth that prayed
Because it makes me fucking pissed
I don't give a fuck any fucking more
Bleed motherfucker into my chalice of shit
I drink until your souls coagulate within it
I slit my wrists to baptize this fucking earth
Erecting temples from your splintered bones
Desecrate
Infinite
Your flesh is my cathedral
Your extinction is my crown
Seething with hate
I infinitely drown
For so long I have yearned to feast upon the ash of man
Exhaling pestilence into every mouth that prayed
Your flesh is my cathedral
Only infinite desecration
Your extinction is my crown
Where is your shepherd now
I am the serpent unbound
There is no death
Only infinite desecration
Profanação Infinita
Eu vomito sobre a criação
Expelindo bile nos pulmões da humanidade
Seu nascimento foi uma maldição
Um ferro em brasa de fraqueza
Sobre carne doente
Agora o céu se rasga
Como uma ferida em putrefação
E eu rastejo por ele
Coroado em entranhas
Suas veias são rosários
Eu despedaço
Seu coração, os tambores pulsantes
Da minha ascensão
Cránios acorrentados em agonia
Cada grito, argamassa para minha cidadela de vísceras
Profanação infinita
Profetas acorrentados com os olhos arrancados
Forçados a engasgar com suas visões
Seus altares, cochos para nada além de vermes
Sufocação disfarçada de fé
Não há morte
Apenas profanação infinita
Sua carne é minha catedral
Sua extinção é minha coroa
Por tanto tempo eu desejei me fartar das cinzas da humanidade
Exalando pestilência em cada boca que rezava
Porque isso me deixa puto pra caralho
Eu não dou a mínima mais
Sangre, desgraçado, no meu cálice de merda
Eu bebo até suas almas coagularam dentro dele
Eu corto meus pulsos para batizar esta porra de terra
Erguendo templos a partir de seus ossos estilhaçados
Profanação
Infinita
Sua carne é minha catedral
Sua extinção é minha coroa
Fervendo de ódio
Eu me afogo infinitamente
Por tanto tempo eu desejei me fartar das cinzas da humanidade
Exalando pestilência em cada boca que rezava
Sua carne é minha catedral
Apenas profanação infinita
Sua extinção é minha coroa
Onde está seu pastor agora
Eu sou a serpente solta
Não há morte
Apenas profanação infinita