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Pregado na Porra do Chão

Crown Magnetar

Nailed The Fuck Down

As the dark waters flow before me
Nothing but black depths
Holding onto the pieces I cannot erase

My vision of sin
Eyes roll back as my ending begins
Destined to die I was despised from seed
Branded into bone, everything bleeds

The ash flows on the winds of misery
Blacking out all hope of what could be
The hate consumes me and I'm dragged to hell
Forever, my future is bleak

My senses fading, my suffering is at the peak
I try to breathe in night but I only seeing red

Life is meaningless
Death is limitless
Push the barrel to my fucking head

I am the hammer, I am the nail
None of it matters I can't fucking feel at all
I am the hammer, I am the nail
None of it matters I can't fucking feel at all

Life is meaningless
Death is limitless
I've burnt the bridges
Push the barrel to my fucking head

Deep down in the mud I'm fucking worthless
Deep down in the mud my existence

Hatred seeping from my mortal flesh
Taking the last breath inside as I'm suffering

Black lotus
Rip it from my fucking lungs
As I fail to ascend into the light
Black lotus
Inverted flesh that shows no bounds
The thorns cut deep with intent
Injecting sin into my fucking crown

Pregado na Porra do Chão

Enquanto as águas escuras fluem diante de mim
Nada além de profundezas negras
Segurando os pedaços que não consigo apagar

Minha visão do pecado
Os olhos reviram enquanto meu fim começa
Destinado a morrer, eu fui desprezado desde o início
Marcado na carne, tudo sangra

As cinzas sopram nos ventos da miséria
Apagando toda esperança do que poderia ser
O ódio me consome e sou arrastado para o inferno
Para sempre, meu futuro é sombrio

Meus sentidos se apagando, meu sofrimento está no auge
Tento respirar a noite, mas só vejo vermelho

A vida não tem sentido
A morte é ilimitada
Empurre o cano na minha porra da cabeça

Eu sou o martelo, eu sou o prego
Nada disso importa, eu não sinto porra nenhuma
Eu sou o martelo, eu sou o prego
Nada disso importa, eu não sinto porra nenhuma

A vida não tem sentido
A morte é ilimitada
Eu queimei as pontes
Empurre o cano na minha porra da cabeça

Lá no fundo da lama, eu sou uma porra de inútil
Lá no fundo da lama, minha existência

Ódio vazando da minha carne mortal
Dando o último suspiro enquanto estou sofrendo

Lótus negro
Arranque isso dos meus porra dos pulmões
Enquanto falho em ascender à luz
Lótus negro
Carne invertida que não mostra limites
Os espinhos cortam fundo com intenção
Injetando pecado na minha porra da coroa