Torture Engine
Eyes replaced with obsidian shards
The darkness encases all of my mind
Separated limb from limb
Molded by torture
The golden rule is fucking sin
Walls drip with generations
The fluid must be replaced
The sound of snapping bodies
Echoes through the gears
Hydraulic slaughter
Piston-driven fear
Fed to the engine of death
All the hope in your mind disintegrates
Exiting as an emulsified orb of skin
Amputate the will to survive
Stack them up, exterminate
Pure violence, I will activate
Torture engine
Grinded the fuck up
Torture engine
Your pain is not enough
Listen the gears are screaming
An engine built to run on human misery
Your worthless life means nothing more
Ground up and rotting on the fucking floor
Bodies tower beneath the gears
Forgotten before they die
Look at what we have become
A factory of sludge
Receptacle for crushed throats
The machine remembers nothing
One billion dead eyes gaze upward and saw Christ laughing
Your God doesn't give a shit now grind beneath this fucking machine
A horizon of corpses spans endlessly
Piled up beneath
An ocean of carcasses
Necks snap under the weight
Each victim another brick
In the foundation of the torture engine
Máquina de Tortura
Olhos substituídos por fragmentos de obsidiana
A escuridão envolve toda a minha mente
Separado membro por membro
Moldado pela tortura
A regra de ouro é um pecado do caralho
Paredes gotejam com gerações
O fluido precisa ser trocado
O som de corpos se quebrando
Ecoa pelos engrenagens
Massacre hidráulico
Medo movido a pistão
Alimentado à máquina da morte
Toda a esperança na sua mente se desintegra
Saindo como uma esfera emulsificada de pele
Ampute a vontade de sobreviver
Empilhe-os, exterminem
Violência pura, eu vou ativar
Máquina de tortura
Moída pra caralho
Máquina de tortura
Sua dor não é o suficiente
Escute, as engrenagens estão gritando
Uma máquina feita para funcionar na miséria humana
Sua vida sem valor não significa nada mais
Moído e apodrecendo no chão do caralho
Corpos se empilham sob as engrenagens
Esquecidos antes de morrer
Olhe para o que nos tornamos
Uma fábrica de lodo
Receptáculo para gargantas esmagadas
A máquina não lembra de nada
Um bilhão de olhos mortos olham para cima e viram Cristo rindo
Seu Deus não dá a mínima agora, moído sob essa máquina do caralho
Um horizonte de cadáveres se estende infinitamente
Empilhados por baixo
Um oceano de carcaças
Pescoços se quebram sob o peso
Cada vítima é mais um tijolo
Na fundação da máquina de tortura