'Neath Selenic Majesty
A vast and vacant vale
Ornated with haxe-veiled sylvan lakes
Wherein aught dive straight
Wor-begone shadows and nocturnal fays
Oh pure primeval gate
O'er grand piny mountains thou wait
'Neath the night's queen face
I wonder at the infinite space...
Caught in marble cold, crowned with a aurecle of livid flame
Veiled by fragile silks, naked she stands in the garden of grief
Distant thunders break whilst she weeps for the hustling flurry
And as the wind arrives I cling to her eloquent cold skin and sigh
The moon became my heart, pulsing the silver blood of thine
A new eyeless sight thou givest mee to admire a world sans light
Nightwards I sweep by the purest catharsis, the divinity of silence
A rapture so cold...obscure in melancholic sublimity
Sob a Majestade Selenita
Um vale vasto e vazio
Ornado com lagos silvestres cobertos de névoa
Onde qualquer um mergulha direto
Sombras desgastadas e fadas noturnas
Oh, pura porta primitiva
Sobre grandiosas montanhas de pinheiros, tu esperas
Sob o rosto da rainha da noite
Eu me maravilho com o espaço infinito...
Pegos em um frio de mármore, coroada com uma auréola de chama lívida
Velada por sedas frágeis, nua ela está no jardim da dor
Trovões distantes quebram enquanto ela chora pela agitação
E quando o vento chega, eu me apego à sua pele fria e eloquente e suspiro
A lua se tornou meu coração, pulsando o sangue prateado teu
Uma nova visão sem olhos tu me dás para admirar um mundo sem luz
Rumo à noite eu deslizo pela mais pura catarse, a divindade do silêncio
Um êxtase tão frio... obscuro na sublimidade melancólica