Foul Deeds Will Rise
At dagger's plunge I have rent anew
Those seething visions past
Bury one e'ery fortnight
In remembrance of th last
Aloof they crawl like sewer beasts
On cloven hooves I walk
Marking each friends' treason cry
With puissance their trust I stalk
Troth to strangle Agnus Dei !
With each snuffle of His whining last breath
The vain fold retreats under comfort of His wings
To tell one's beads I have come...
Baiting hooks and teasing Jahweh
Cast a spell at e'ery turn
Swift to wreak a thousand plagues
Abode of the blessed I spurn
Snipe amused the prided ones
Ye abandon all your hopes
When the killer calls to reap rewards
Snap hard the gallows's ropes
Muffled tides ebb with a hint of soft rejoice
Screaming from The Worm that Never Dies
Tyranny exalted with each poignant stab
From mine enemies no foul deeds can rise
Fool Deeds Will rise !
Lier in wait spilling filth upon the land
Vengeful sickness is close at hand
Fight the choir invisible with spear and magick death
Into a violet horizon ascend ...I ascend...
Evil begets evil I both preach no turning cheeks
Scoff at Jesu Christi's side and feet
Lift the blades of suffering and the flock will humble still
And mercifully the Stygian greet...
Seeking a truth that will not reveal
What lies within my rage
The betrayal that has once conquered
Is now my betrothed
Pages turned for ages to come
Can not my tragedy erase
I went with the fog and crept with the night
For my name is the foul deed to rise !
Atos Impuros Surgirão
Na lâmina da adaga eu rasguei de novo
Aquelas visões fervilhantes do passado
Enterro um a cada quinzena
Em lembrança do último
Distantes, rastejam como bestas de esgoto
Com cascos fendidos eu ando
Marcando o grito de traição de cada amigo
Com poder, a confiança deles eu persigo
Juro estrangular o Agnus Dei!
Com cada resfolegar de seu último suspiro choroso
O vaidoso se retira sob o conforto de suas asas
Para contar as contas eu vim...
Iscando anzóis e provocando Jahweh
Lançando um feitiço a cada esquina
Ágil para causar mil pragas
A morada dos abençoados eu desprezo
Os orgulhosos se divertem com a caçada
Vocês abandonam todas as suas esperanças
Quando o assassino chama para colher recompensas
Estalem firme as cordas da forca
As marés abafadas recuam com um toque de suave alegria
Gritando do Vermes que Nunca Morre
Tirania exaltada com cada golpe pungente
De meus inimigos, nenhum ato impuro pode surgir
Atos impuros surgirão!
Ladrão à espreita derramando sujeira sobre a terra
A doença vingativa está próxima
Lute contra o coro invisível com lança e morte mágica
Para um horizonte violeta ascender... eu ascendo...
O mal gera o mal, eu prego sem virar a outra face
Zombando do lado e dos pés de Jesu Christi
Levante as lâminas do sofrimento e o rebanho se humilhará
E misericordiosamente o Estige cumprimentará...
Buscando uma verdade que não se revelará
O que está dentro da minha raiva
A traição que uma vez conquistou
Agora é minha noiva
Páginas viradas por eras que virão
Não podem apagar minha tragédia
Eu fui com a névoa e rastejei com a noite
Pois meu nome é o ato impuro a surgir!