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Na Minha Fria Tumba

Crying Blood

Em Mi Fría Tumba

Errante cuerpo sin alma nace cada mañana con las luces del alba.
Despertando y reflejando su locura merecida,
mientras en el espejo su alma llora, aunque dormida.
Aturdido e inconsciente; su verdad comienza a andar.
Ojos de fuego muestran el camino podrido de su realidad.
Dolor desgarrado, aferrado al grillete de la eterna condena.
Ente inanimado, suicidado en el recuerdo que viste la pena.

En mi fría jaula.
En mi fría tumba,
hospedado estoy
para disfrutar de esta penumbra

Derrotado por la ira el cuerpo cae en la soledad acolchada.
Y allí, solo, sin nadie alrededor,
su verdadero tormento llega a su culminación.
Muerto en vida, muerto en vida

Luces inundan su cabeza.
Las voces del mal taladran su conciencia.
Chillidos demenciados entre sucias paredes y acolchados.
Nadie escuchará, a nadie le importan tus lamentos.
No, nadie vendrá a sacarte de tu sueño

Na Minha Fria Tumba

Corpo errante sem alma nasce a cada manhã com as luzes do amanhecer.
Despertando e refletindo sua loucura merecida,
mientras no espelho sua alma chora, mesmo adormecida.
Aturdido e inconsciente; sua verdade começa a andar.
Olhos de fogo mostram o caminho podre da sua realidade.
Dor dilacerante, agarrado ao grilhão da eterna condenação.
Ser inanimado, suicidado na lembrança que veste a dor.

Na minha fria jaula.
Na minha fria tumba,
hospedado estou
para desfrutar dessa penumbra.

Derrotado pela ira, o corpo cai na solidão acolchoada.
E ali, sozinho, sem ninguém por perto,
seu verdadeiro tormento chega à sua culminação.
Morto em vida, morto em vida.

Luzes inundam sua cabeça.
As vozes do mal perfuram sua consciência.
Gritos enlouquecidos entre paredes sujas e acolchoadas.
Ninguém ouvirá, a ninguém importam seus lamentos.
Não, ninguém virá te tirar do seu sonho.