Living Plague
Buried deep within the ground
They see no sight they hear no sound
Forgotten spirit, upon a stone
Decaying flesh and rotten bones
Hear the calling and start to wake
Below your feet the earth does quake
No consceince left for sanity
Consuming victims constantly
Empty eyes of onyx fright
Knowing no wrong and feasting at night
Morbid stench of maggots grave
A single soul of none they save
Fearing nothing pushing on
Playing a game of lost and found
One purpose on this earth they serve
Takes whats theirs they dont deserve
Spreading plague throughout the race
Rising in their proper place
No desire to domesticate
Feeding on at ant rate
Spilling blood at any cost
Forsaken lives that once were lost
Remore doesnt cross their mind
For their minds are lost forever in time
Tearing through the fabric of fear
Viciously mauling death is near
Bodies stacking high and dry
Grieving innocence hear their cry
Immenent death is here to stay
To late to stop the dawn of day
Once was advanced now primitive
Giving death to those who live
Raging hunger never satisfied
Into their mind they dont confide
Simple task they must obey
Letting no victim run a stray
Carry no burdon they show no defeat
No sadness, pain, or being descrete
Savage creature hunting the night
Seeking a soul to put up a fight
Casting a shawdow so eerie in size
Waiting till they meet their demise
Praga Vivente
Enterrado fundo na terra
Não veem nada, não ouvem som
Espírito esquecido, sobre uma pedra
Carne em decomposição e ossos podres
Ouça o chamado e comece a acordar
Abaixo dos seus pés a terra treme
Sem consciência para a sanidade
Consumindo vítimas constantemente
Olhos vazios de onyx, medo
Sem saber o que é errado, se alimentando à noite
Fedor mórbido da cova de larvas
Uma única alma que não salvam
Temendo nada, seguindo em frente
Brincando de esconde-esconde
Um propósito nesta terra que servem
Tomam o que é deles, que não merecem
Espalhando praga por toda a raça
Ressurgindo em seu devido lugar
Sem desejo de domesticar
Se alimentando a qualquer custo
Derramando sangue a qualquer preço
Vidas abandonadas que antes se perderam
Remorso não passa pela mente
Pois suas mentes estão perdidas para sempre no tempo
Rasgando o tecido do medo
Destrutivamente atacando, a morte está próxima
Corpos empilhados, altos e secos
Inocência em luto, ouça seu grito
A morte iminente veio para ficar
Tarde demais para parar a alvorada do dia
Uma vez avançados, agora primitivos
Dando morte àqueles que vivem
Fome feroz nunca satisfeita
Em suas mentes não confiam
Tarefa simples que devem obedecer
Não deixando nenhuma vítima escapar
Não carregam fardo, não mostram derrota
Sem tristeza, dor ou discrição
Criatura selvagem caçando à noite
Procurando uma alma para lutar
Lançando uma sombra tão estranha em tamanho
Esperando até que encontrem seu fim