In Immortality
There was no mercy for me
When sunk in the dark waters of Styx
I looked with my dead eyes
Into the cosmic suffering
The smell of annihilation
Mislead by raven passion
Into the bottomless abyss
Where hell demons and their nightmares feast
Dark angel has lit the torches in the temple of evil
In revengeful cacophony tolls a funeral bell
Take lower bows - withered plants
In a mourning gesture of a finished ceremony
Thousands of years in a dark crypt I wrote serenades
Wolf-inspired verses full of loss of light
Thousands of years in a dark crypt I counted nights
Until ghastly, thirsty saliva thinners your blood
The lead eyelid of time
Covered with ancient frost
November night
Touches the claw of superior evil
A grey wolf among the hues of death
Recognized his Master's presence
In the dark space he has found
Lost plot of his lupus nature
Dark angel has lit the torches in the temple of evil
In revengeful cacophony tolls a funeral bell
Take lower bows - withered plants
In a mourning gesture of a finished ceremony
Stop the mourning, the rose hasn't withered
It's lit with light of moon's glow
Her shadow dances in the corners of the night
Dark incubus raven passion
Thousands of years in a dark crypt I wrote serenades
Wolf-inspired verses full of loss of light
Thousands of years in a dark crypt I counted nights
Until ghastly, thirsty saliva thinners your blood
Cosmic satisfaction of lupus intercourse
Tasted like an angel's kiss
I looked indifferently into your fading eyes
Which have never got the answer
Thousands of years in a dark crypt I wrote serenades
Wolf-inspired verses full of loss of light
Thousands of years in a dark crypt I counted nights
Until ghastly, thirsty saliva thinners your blood
There was no mercy for me
When sunk in the dark waters of Styx
I looked with my dead eyes
Into the cosmic suffering
The smell of annihilation
Mislead by raven passion
Into the bottomless abyss
Where hell demons and their nightmares feast
Dark angel has lit the torches in the temple of evil
In revengeful cacophony tolls a funeral bell
Take lower bows - withered plants
In a mourning gesture of a finished ceremony
Na Imortalidade
Não houve misericórdia pra mim
Quando afundei nas águas escuras do Estige
Olhei com meus olhos mortos
Para o sofrimento cósmico
O cheiro de aniquilação
Desviado pela paixão de corvo
Para o abismo sem fundo
Onde demônios do inferno e seus pesadelos se banqueteiam
O anjo sombrio acendeu as tochas no templo do mal
Em uma cacofonia vingativa toca um sino fúnebre
Façam reverências - plantas murchas
Em um gesto de luto de uma cerimônia encerrada
Milhares de anos em uma cripta escura eu escrevi serenatas
Versos inspirados por lobos cheios de perda de luz
Milhares de anos em uma cripta escura eu contei noites
Até que a saliva horrenda e sedenta afine seu sangue
A pálpebra de chumbo do tempo
Coberta com gelo antigo
Noite de novembro
Toca a garra do mal superior
Um lobo cinza entre as tonalidades da morte
Reconheceu a presença de seu Mestre
No espaço escuro que ele encontrou
Enredo perdido de sua natureza lupina
O anjo sombrio acendeu as tochas no templo do mal
Em uma cacofonia vingativa toca um sino fúnebre
Façam reverências - plantas murchas
Em um gesto de luto de uma cerimônia encerrada
Pare o luto, a rosa não murchou
Está iluminada com a luz do brilho da lua
Sua sombra dança nos cantos da noite
Paixão de corvo, incubus sombrio
Milhares de anos em uma cripta escura eu escrevi serenatas
Versos inspirados por lobos cheios de perda de luz
Milhares de anos em uma cripta escura eu contei noites
Até que a saliva horrenda e sedenta afine seu sangue
Satisfação cósmica da relação lupina
Tinha gosto de beijo de anjo
Olhei indiferente em seus olhos que se apagavam
Que nunca tiveram a resposta
Milhares de anos em uma cripta escura eu escrevi serenatas
Versos inspirados por lobos cheios de perda de luz
Milhares de anos em uma cripta escura eu contei noites
Até que a saliva horrenda e sedenta afine seu sangue
Não houve misericórdia pra mim
Quando afundei nas águas escuras do Estige
Olhei com meus olhos mortos
Para o sofrimento cósmico
O cheiro de aniquilação
Desviado pela paixão de corvo
Para o abismo sem fundo
Onde demônios do inferno e seus pesadelos se banqueteiam
O anjo sombrio acendeu as tochas no templo do mal
Em uma cacofonia vingativa toca um sino fúnebre
Façam reverências - plantas murchas
Em um gesto de luto de uma cerimônia encerrada