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Tudo É Minha Culpa

Cualquier Cosa

Todo Es Mi Culpa

¿Por qué es tan complicado conformarse con lo simple?
Ya me cansé de que me la complique cada vez más
¿Por qué profundizó? No soy capaz de reírme
Cuando me cuentan un chiste lo profundizó como si fuera una seriedad

Y cada vez quiero saber más de todo
Quiero hasta saber todo lo del todo, ya no puedo más con esta cabeza
Ella misma me hace sentir como si fuera miseria
Haciendo que piense en enviar todo a la mierda

No soy capaz de entender por que me corto por mis traumas
Abrir la herida hace que me quiera dañar otra vez
Y eso me distancia de las personas por mis llamas
Que aunque las odio no quiero apagarlas y poderlas ver

Es que no puedo con este cerebro
Que no puede ayudarme a los problemas afrontar
A veces quiero volarme los sesos
Pero no quiero un eterno descansar

¿Por qué es tan complicado expresarme y sentirme libre?
Ha de ser porque soy un idiota que no sabe socializar
¿Por qué no tengo a la persona que me sigue?
Igual si nunca existió no me puedo quejar

Y hay veces que mi saber me destruye solo
No estoy conforme con mi propia señal
Y a esa señal le importa todo un fomo
Lo que a mí me pueda pasar

Hay veces que quisiera ser parte de esa fauna
Y poder entenderme con otro ser
Tal vez ese ser existió pero lo traicione con mi lanza
Porque el libro de ser buen amigo no supe leer

Es que no puedo con este cerebro
Que no puede ayudarme a los problemas afrontar
A veces quiero volarme los sesos
Pero no quiero un eterno descansar

Inteligencia arrepentida
Socialización olvidada
Identidad perdida
Existencia crucificada

Inteligencia arrepentida
Socialización olvidada
Identidad perdida
Existencia crucificada

Y hay una cosa que no quiero admitir
Tal vez con lo que soy yo no quiera vivir
Por qué ya ni verme al espejo puedo
Ahí solo veo el cuadro de mis mayores miedos

Y es que todo es mi culpa

Tudo É Minha Culpa

Por que é tão complicado se contentar com o simples?
Já tô cansado de você complicar tudo cada vez mais
Por que se aprofundou? Não consigo rir
Quando me contam uma piada, você leva a sério como se fosse um drama

E cada vez quero saber mais de tudo
Quero até saber tudo sobre tudo, não aguento mais essa cabeça
Ela mesma me faz sentir como se eu fosse uma miséria
Fazendo eu pensar em mandar tudo pro inferno

Não consigo entender por que me corto por causa dos meus traumas
Abrir a ferida faz eu querer me machucar de novo
E isso me afasta das pessoas por causa das minhas chamas
Que mesmo odiando, não quero apagar e poder ver

É que não consigo com esse cérebro
Que não consegue me ajudar a enfrentar os problemas
Às vezes quero explodir meus miolos
Mas não quero um descanso eterno

Por que é tão complicado me expressar e me sentir livre?
Deve ser porque sou um idiota que não sabe socializar
Por que não tenho a pessoa que me acompanha?
Se nunca existiu, não posso reclamar

E tem vezes que meu saber me destrói sozinho
Não tô satisfeito com meu próprio sinal
E esse sinal se importa com tudo, um fomo
Com o que pode acontecer comigo

Tem vezes que eu queria ser parte dessa fauna
E conseguir me entender com outro ser
Talvez esse ser tenha existido, mas eu traí com minha lança
Porque o livro de ser um bom amigo eu não soube ler

É que não consigo com esse cérebro
Que não consegue me ajudar a enfrentar os problemas
Às vezes quero explodir meus miolos
Mas não quero um descanso eterno

Inteligência arrependida
Socialização esquecida
Identidade perdida
Existência crucificada

Inteligência arrependida
Socialização esquecida
Identidade perdida
Existência crucificada

E tem uma coisa que não quero admitir
Talvez com o que sou, eu não queira viver
Porque nem olhar no espelho eu consigo
Lá só vejo o retrato dos meus maiores medos

E é que tudo é minha culpa

Composição: Seyupa