No Puedo Más
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
Como un buen puertorriqueño yo les paso a contal
Esta historia que pasó en mi tierra natal
Y no es chacotera chico, es la realidad
Mientras como unos frijoles les paso a relatal
Esta historia de dos mujeres que no usaban sortija
Y era Concha la madre y era Concha la hija
El padre de familia era un brother cantol
Que sabía a su vida ponerle sazón
Mantenía a las dos Conchas, les daba de comel
Y muy bien las atendía a las dos a la vez
Y vivían en un rancho que hacerlo dio trabajo
Y era con chapa arriba y era con chapa abajo
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
Pero un día las dos Conchas se pusieron a jodel
Que querían en el rancho mascotas tenel
Querían dos conejitas de pelo rizado
Pero el brother dijo "no" que él no era un tarado
Y las dos Conchas se enojaron, se pusieron malitas
Y una Concha se abrió, la otra quedó calientita
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
Pero el compadre el problema si lo supo arreglal
Les compró a las dos Conchas dos conejas nomá'
Cuando les preguntó qué nombre le iban a ponel
Una le puso Concha y la otra también
Cuando vienen las conejas nunca sabe el compadre
Si es la Concha de la hija o es la Concha de la madre
¡Má'!
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
No puedo má'
(Cada vez que me acuerdo me pongo a lloral)
Não Aguento Mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Como um bom porto-riquenho, vou te contar
Essa história que aconteceu na minha terra natal
E não é brincadeira, rapaz, é a realidade
Enquanto como feijão vou te contar
Esta história de duas mulheres que não usavam anéis
E era Concha a mãe e era Concha a filha
O pai da família era um irmão cantol
Quem sabia como apimentar sua vida
Ele apoiou as duas Conchas, alimentou-as
E ele cuidou muito bem dos dois ao mesmo tempo
E moravam em uma fazenda que lhes dava trabalho
E estava com um prato em cima e estava com um prato em baixo
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Mas um dia as duas Conchas começaram a brincar
O que eles queriam no rancho com bichinhos tenel?
Eles queriam dois coelhinhos de cabelos cacheados
Mas o irmão disse "não" que ele não era idiota
E as duas Conchas ficaram bravas, adoeceram
E uma Shell abriu, a outra permaneceu quente
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Mas o amigo sabia como resolver o problema
Ele acabou de comprar as duas Conchas, dois coelhos
Quando ele perguntou que nome eles iriam lhe dar
Um deu-lhe o nome de Concha e o outro também lhe deu o nome
Quando os coelhos chegam o compadre nunca sabe
Se for a Concha da filha ou a Concha da mãe
Mãe!
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
Eu não aguento mais
(Toda vez que lembro começo a chorar)
Composição: Roberto Musso