Me Voy a Mis Viejos Pagos
Me voy a mis viejos pagos de la villa salavina
Los quiere mi amor que sueña con sus reliquias divinas
De tanto mirar estrellas allá en el fondo del río
Me fue quedando en el alma esta luz del canto mío
Corrí de niño una sombra sobre sus blancas salinas
Y sigo tras de sus huellas de una nube peregrina
Soledad de viento y penas de andar y andar sus caminos
Honduras de campo y cielo hoy son humo y remolinos
Madre de indiano linaje; perfil de historia y leyendas
Mojón fiel de lo pasado sobre una olvidada senda
Carriles que son memorias me llevan lejos; muy lejos
Imagen celeste y bella resplandor de tiempos viejos
Me vuelvo a ver los rincones de su humilde caserío
La sombra de la arboleda allá en el margen del río
Soledad de viento y penas de andar y andar sus caminos
Honduras de campo y cielo hoy son humo y remolinos
Vou para minha terra natal
Vou para minha terra natal na vila de Salavina
Amada por meu amor que sonha com suas relíquias divinas
De tanto olhar as estrelas lá no fundo do rio
Essa luz da minha canção foi ficando em minha alma
Corri quando criança sobre suas brancas salinas
E sigo atrás de suas pegadas de uma nuvem peregrina
Solidão de vento e tristeza de percorrer seus caminhos
Profundezas de campo e céu agora são fumaça e redemoinhos
Mãe de linhagem indiana; perfil de história e lendas
Marco fiel do passado em um caminho esquecido
Trilhos que são memórias me levam longe; muito longe
Imagem celeste e bela, brilho de tempos antigos
Volto para ver os cantos de sua humilde aldeia
A sombra da arboleda lá na margem do rio
Solidão de vento e tristeza de percorrer seus caminhos
Profundezas de campo e céu agora são fumaça e redemoinhos
Composição: Cuti Carabajal, Cristoforo Juarez