Que Se Mueran de Envidia
Me duele el alma y ya no sé qué hacer
Decírtelo a la cara hoy, es mirarte lejos
Me duele el alma y voy a resolver
Contarte lo que yo soñé, mucho antes del infierno
Yo no quería aquel amor que es de mentira
Que sube igual que su caída y que al final no es nada
Ese que te hace tonterías, te da valor
Y a los cien días no queda nada
Y yo quiero ¡Que se mueran de envidia!
Que nos odien por ver
Que se encienden las luces en las madrugadas cuando rozo tu piel
¡Que se mueran de envidia! Aunque muertos ya estén
Los que todo maquillan
Los que día tras día no se atreven a ser
Me duele el alma y llega a retorcer
Princesa que te vaya bien
Que dure mucho tu cuento
Me duele el alma y te deseare
Que nunca den las doce
Y que no hayas llegado a tu puerto
Yo no quería aquel amor que es de mentira
Que sube igual que su caída y que al final no es nada
Ese que te hace tonterías, te da valor
Y a los cien días no queda nada
Y yo quiero ¡Que se mueran de envidia!
Que nos odien por ver
Que se encienden las luces en las madrugadas cuando rozo tu piel
¡Que se mueran de envidia! Aunque muertos ya estén
Los que todo maquillan
Los que día tras día no se atreven a ser
¡Que se mueran de envidia!
Que nos odien por ver
Que se encienden las luces en las madrugadas cuando rozo tu piel
¡Que se mueran de envidia! Aunque muertos ya estén
Los que todo maquillan
Los que día tras día no se atreven a ser
Me duele el alma y quiero resolver
Que Se Morrerem de Inveja
Me dói a alma e já não sei o que fazer
Te dizer isso na cara hoje é te olhar de longe
Me dói a alma e vou resolver
Te contar o que eu sonhei, muito antes do inferno
Eu não queria aquele amor que é mentira
Que sobe igual à sua queda e que no final não é nada
Aquele que te faz fazer besteira, te dá coragem
E aos cem dias não sobra nada
E eu quero! Que se morrerem de inveja!
Que nos odeiem por ver
Que se acendem as luzes nas madrugadas quando toco sua pele
Que se morrerem de inveja! Mesmo que já estejam mortos
Os que tudo disfarçam
Os que dia após dia não se atrevem a ser
Me dói a alma e chega a retorcer
Princesa, que você se dê bem
Que seu conto dure muito
Me dói a alma e vou te desejar
Que nunca dê meia-noite
E que você não chegue ao seu porto
Eu não queria aquele amor que é mentira
Que sobe igual à sua queda e que no final não é nada
Aquele que te faz fazer besteira, te dá coragem
E aos cem dias não sobra nada
E eu quero! Que se morrerem de inveja!
Que nos odeiem por ver
Que se acendem as luzes nas madrugadas quando toco sua pele
Que se morrerem de inveja! Mesmo que já estejam mortos
Os que tudo disfarçam
Os que dia após dia não se atrevem a ser
Que se morrerem de inveja!
Que nos odeiem por ver
Que se acendem as luzes nas madrugadas quando toco sua pele
Que se morrerem de inveja! Mesmo que já estejam mortos
Os que tudo disfarçam
Os que dia após dia não se atrevem a ser
Me dói a alma e quero resolver
Composição: Dani Martín / Bori Alarcon / Candy Caramelo / Coki Gimenez / iñaki garcia / Paco Salazar