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Ninguém entende

Daniela Romo

Nadie entiende

Nadie entiende que podamos convivir - tan distintos los dos - nadie entiende que lo nuestro es natural - como el bien como el mal. - Nadie entiende como a dos equilibristas - el amor nos dio sus alas y no nos deja caer - nadie entiende que vivamos condenados - a dormirnos abrazados - nadie entiende pues no hay nada que entender. -
Nadie entiende que despues de fracasar - otra vez lo volvamos a intentar - nadie entiende como calma y tempestad - son el tiempo mas perfecto para amar. - Nadie entiende como a dos equilibristas - el amor nos dio sus alas y no nos deja caer - nadie entiende que vivamos condenados - a dormirnos abrazados - nadie entiende pues no hay nada que entender. - Nadie entiende como a dos equilibristas - el amor nos dio sus alas y no nos deja caer - nadie entiende que vivamos condenados - a dormirnos abrazados - nadie entiende pues no hay nada que entender - nadie entiende pues no hay nada que entender.

Ninguém entende

Ninguém entende que a gente pode conviver - tão diferentes os dois - ninguém entende que o que temos é natural - como o bem e o mal. - Ninguém entende como a dois equilibristas - o amor nos deu suas asas e não nos deixa cair - ninguém entende que vivemos condenados - a adormecer abraçados - ninguém entende pois não há nada que entender. -
Ninguém entende que depois de fracassar - a gente tenta de novo - ninguém entende como calma e tempestade - são o tempo mais perfeito pra amar. - Ninguém entende como a dois equilibristas - o amor nos deu suas asas e não nos deixa cair - ninguém entende que vivemos condenados - a adormecer abraçados - ninguém entende pois não há nada que entender. - Ninguém entende como a dois equilibristas - o amor nos deu suas asas e não nos deixa cair - ninguém entende que vivemos condenados - a adormecer abraçados - ninguém entende pois não há nada que entender - ninguém entende pois não há nada que entender.

Composição: