Cumpa - El Mero Mero
En el desierto el coyote esta escondido
Con los ojos colorados fuma el cactus mas prohibido
De las olas policiales le rechinan los oidos
Lamenta lo que hizo
Todo lo sucedido.
Esta va para todos los bandidos
Llego el torniquetero de la herida del camino
Cocodrilo que se duerme es cartera
Voy esquivando las culebras aplastadas en la carretera.
Rameras por la noche sueñan con chequeras
Los pibes sueñan con la glok y billeteras llenas
Armados de valor y sueños gigantes
Subidos al caballo como los heroes de antes
Palabras flotan como cuerpos en el rio Ganje
Es la recompensa , la mas alta por el DANTE
Quieren atarme de manos
Golpearme en el barro
Pero mi libertad continuara con mis hermanos
De todas las mentiras te prefiero a ti...
Vida mia
El mero mero...
Tengo una escusa pero no te la doy sin razon...
Esto es clandestino
Esto esta prohibido
Deberian encerrarme soy el asesino
Ten piedad diosito mio
Los corazones partidos se curan con agua del rio
Los gualiches se deshacen con un beso
El universo me dio tiempo un refugio en su latido
Y la fogata me acompaña en la cornisa
Donde el mundo acaba
Y el viento es testigo que la muerte caba
La tumba para los que no aman y dañan
Y la luz mala ya no me engaña.
Que pasara cuando las bocas se llenen de arena?
Cuando se caiga la luna sera la luna llena
Cuando se borren los mapas y los esquemas
Sera momento de nadar en lagrimas de pena?
Cabalgare hacia un lugar tranquilo
El ultimo amanecer de los cowboys y los indios
El dia que icis cerro sus ojos
El dia que el amor le importo a pocos...
De todas las mentiras te prefiero a ti...
Vida mia....
El mero mero...
Adrian Dargelos :
Tengo una escusa pero no te la doy sin razon...
Todas las mentiras se parecen
Dejame elegir la que me va
Quiero tu nariz para mentir mejor
Dejame elegir la que me va
Esto es clandestino
Esto esta prohibido
Deberian encerrarme soy el asesino
Cumpa - O Cara
No deserto o coiote tá escondido
Com os olhos vermelhos, fuma o cacto mais proibido
Das ondas policiais, rangem os ouvidos
Lamenta o que fez
Tudo o que aconteceu.
Essa vai pra todos os bandidos
Chegou o torniqueteiro da ferida do caminho
Crocodilo que dorme é carteira
Vou desviando das cobras esmagadas na estrada.
As garotas à noite sonham com cheques
Os moleques sonham com a glock e carteiras cheias
Armados de coragem e sonhos gigantes
Montados no cavalo como os heróis de antes
Palavras flutuam como corpos no rio Ganges
É a recompensa, a mais alta pelo DANTE
Querem me amarrar as mãos
Me bater na lama
Mas minha liberdade vai continuar com meus irmãos
De todas as mentiras, eu prefiro você...
Minha vida
O cara...
Tenho uma desculpa, mas não te dou sem razão...
Isso é clandestino
Isso tá proibido
Deveriam me prender, sou o assassino
Tenha piedade, meu Deus
Os corações partidos se curam com água do rio
Os gualiches se desfazem com um beijo
O universo me deu tempo, um refúgio em seu batimento
E a fogueira me acompanha na beira
Onde o mundo acaba
E o vento é testemunha que a morte cava
A cova para os que não amam e ferem
E a luz ruim já não me engana.
O que vai acontecer quando as bocas se encherem de areia?
Quando a lua cair, será a lua cheia
Quando os mapas e esquemas se apagarem
Será hora de nadar em lágrimas de dor?
Cavalgo em direção a um lugar tranquilo
O último amanhecer dos cowboys e dos índios
O dia que Isis fechou os olhos
O dia que o amor importou pra poucos...
De todas as mentiras, eu prefiro você...
Minha vida...
O cara...
Adrian Dargelos:
Tenho uma desculpa, mas não te dou sem razão...
Todas as mentiras se parecem
Deixa eu escolher a que me serve
Quero seu nariz pra mentir melhor
Deixa eu escolher a que me serve
Isso é clandestino
Isso tá proibido
Deveriam me prender, sou o assassino.