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Arcanum da Morte

Dargaard

Arcanum Mortis

Ecce anus in mediis sedens annosa puellis
Sacra facit tacitae - nec tamen illa tacet -
Et digitis tria tura tribus sub limine ponit,
Qua brevis occultum mus sibi fecit iter...
Tunc cantata ligat cum fusco licia plumbo
Et septem nigras versat in ore fabas,
Quodque pice adstriuxit, quod acu traiecit aena,
Obsutum maenae torret in igne caput,
Vina quoque instillat... vini quodcumque
Relictum est, aut ipsa aut comites, plus
Tamenipsa bibit, "hostiles linguas
Inimicaque vinximus ora",
Dicit discedens ebriaque exit anus.

Arcanum da Morte

Eis a velha sentada entre as moças
Faz um ritual silencioso - mas ela não fica quieta -
E com os dedos coloca três incensos sob a porta,
Onde um rato fez um caminho escondido...
Então o canto amarra com um fio escuro de chumbo
E gira sete favas negras na boca,
O que a resina grudou, o que a agulha atravessou,
Queimando a cabeça da velha no fogo,
Ela também pinga vinho... o que sobrou de vinho
Ou dela mesma ou das companheiras, mas ainda assim
Ela bebe mais, "línguas hostis
E bocas inimigas amarramos",
Diz a velha, saindo embriagada.

Composição: