To Sleep While Standing
Ensnared by the binds of consuming maturity
Insatiable demons of greed tearing from me all that's familiar
All that's sacred, all that's good
My being bent to the point
Where I no longer see that my world
Is a world of fools
The pained contortion of my face
Bears witness to the sickening irony
To gaze upon the image
Captured for eternity by machine
Would whisk away
The illness that abounds
Would wrap me within a gentle cloak
Of visions
Of the warmth and smells of that night
Countless sighs ago
Countless cries ago
Seemingly lives ago
It seems we wash our hands a bit more these days
Take me back to my home
That will forever be the past
I cringe at the grim reality
It conjures up a violence within me
Best left unseen
It seems to tear blood from my eyes
As the tears have run dry
To sleep; to dream
To come as close to that eve
As I'll ever fucking be again
As I would trade infinity
To be that naïve boy again
Justified I simply submit
And now my time-enduring words
Sound like the rantings of a madman
Dormir em Pé
Enredado pelos laços da maturidade consumidora
Demônios insaciáveis da ganância arrancando de mim tudo que é familiar
Tudo que é sagrado, tudo que é bom
Meu ser curvado até o ponto
Onde não vejo mais que meu mundo
É um mundo de tolos
A contorção dolorosa do meu rosto
Testemunha a ironia nauseante
Olhar para a imagem
Capturada para a eternidade pela máquina
Levaria embora
A doença que abunda
Me envolveria em um manto suave
De visões
Do calor e dos cheiros daquela noite
Incontáveis suspiros atrás
Incontáveis gritos atrás
Aparentemente vidas atrás
Parece que lavamos as mãos um pouco mais esses dias
Leve-me de volta para minha casa
Que será para sempre o passado
Eu me encolho diante da dura realidade
Ela evoca uma violência dentro de mim
Melhor deixada invisível
Parece arrancar sangue dos meus olhos
Enquanto as lágrimas secaram
Dormir; sonhar
Chegar o mais perto daquela noite
Que eu jamais vou estar de novo
Como eu trocaria a eternidade
Para ser aquele garoto ingênuo de novo
Justificado, eu simplesmente me entrego
E agora minhas palavras que desafiam o tempo
Soam como os delírios de um louco