Wraith
A specter writhes
Too faint for mortal eyes
A mere ululation
A deathless witness
Lurid in demise
Spawned from pain and tribulation
Unsound
Undead
Evanescing
An orphaned want, marooned
In disembodied mayhem, howling
Just a shadow
Waning with the moon
Ever yearning, ever prowling
Doomed to linger, a wraith in a withered world
You will never sleep again
Lifeless eyes, forever haunted by the void
Gage upon the tomb of man
Cold and dried up
The ravaged plains lie dead
Buried ruins sing of the end
Faces fade away
Frozen in convulsion
In broken temples, gods quietly die
And gales roam unrestrained
Lick the horror from revulsion
Beneath the weeping scars in the sky
Espectro
Um espectro se contorce
Muito fraco para olhos mortais
Um mero uivo
Uma testemunha imortal
Lúgubre na morte
Gerada da dor e da tribulação
Insano
Sem vida
Evanescente
Um desejo órfão, abandonado
No caos desmembrado, uivando
Apenas uma sombra
Minguando com a lua
Sempre ansiando, sempre espreitando
Condenado a vagar, um espectro em um mundo murchado
Você nunca vai dormir de novo
Olhos sem vida, para sempre assombrados pelo vazio
Olhe para o túmulo do homem
Frio e ressecado
As planícies devastadas jazem mortas
Ruínas enterradas cantam sobre o fim
Rostos desaparecem
Congelados em convulsão
Em templos quebrados, deuses morrem em silêncio
E os ventos vagam desenfreados
Lambem o horror da repulsa
Sob as cicatrizes chorosas no céu