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Na Morte Eterna

Dark Fortress

In Morte Aeternitas

What is this now, I am back on the highest spire, but where are my comrades?
Where are their corpses? I want to burn them in my people's way
There is no slain flesh, no bloodstains, not a trace of them to be found

(A voice from the darkest corner of the shadowy castle hall)

It has become eternal stone
What once was flesh and bone

To guard this fortress dark
With a stone-cold heart
Atop the tower's highest peaks
Part of the wall the carved beasts
Forever silent untiring guards
Lurking with their stone-cold hearts

Resurrection, I have returned from the fire
Resurrection, but I have been changed

So much faster, so much stronger, what mortal man shall stand against me
So much keener, so much sharper, my vision reveals the unseen to me
So much harder, so much colder, my heart has become as the gargoyles around me

Resurrection, once I was dead
Resurrection, no more tears

I have returned!

Deep within the bleak walls of the dark fortress
I have found a room of mirrors, upon their shimmering surfaces was displayed
A scene from a strange and foreign land

Na Morte Eterna

O que é isso agora, estou de volta na mais alta torre, mas onde estão meus camaradas?
Onde estão seus corpos? Quero queimá-los do jeito do meu povo
Não há carne morta, nem manchas de sangue, nenhum vestígio deles a ser encontrado

(Uma voz do canto mais escuro do castelo sombrio)

Transformou-se em pedra eterna
O que antes era carne e osso

Para guardar esta fortaleza sombria
Com um coração de pedra fria
No topo dos picos mais altos da torre
Parte da parede, as bestas esculpidas
Guardas silenciosos e incansáveis para sempre
Escondidos com seus corações de pedra fria

Ressurreição, eu voltei do fogo
Ressurreição, mas eu mudei

Tão mais rápido, tão mais forte, que homem mortal se atreverá a me enfrentar
Tão mais perspicaz, tão mais afiado, minha visão revela o invisível para mim
Tão mais duro, tão mais frio, meu coração se tornou como as gárgulas ao meu redor

Ressurreição, uma vez eu estava morto
Ressurreição, sem mais lágrimas

Eu voltei!

Profundamente dentro das paredes sombrias da fortaleza escura
Encontrei uma sala de espelhos, em suas superfícies cintilantes estava exibido
Uma cena de uma terra estranha e estrangeira

Composição: Victor Bullok / Jörg Neoral