Singularity Omega
All the constants are defined
Elliptic arcs have been shaped
This is the point of no return
We saw the fabric of the stars
Following the void to the ends of time and space
Perspectives shifted thousandfold
There are no choices left to make
For we are only grains in endless shores
Elements fall prey to the bitterness of time
A cosmic catastrophe draws near
The quasar glow invisible henceforth
Our limit inevitably reached
Even if all the centuries fade away
Even if all the worlds become one in shadows and dust
We remain the same
As we turn into one
One we become
Scattered worlds are longing for unity once more
Their solitary paths find an end
When blind submission gains control
And countless roads are leading them astray
Powerless we drift into the eye of the storm
The spiral's endless thirst cannot be quenched
When novas will illuminate the night
History repeats itself again
Even if all the centuries fade away
Even if all the worlds become one in shadows and dust
We remain the same
Unite, face your fears
No escape, no empathy
Oh, give in to gravity
Oh, no pain, no agony
And this never ending path becomes clear
Even though we tremble in fear we will not walk away from fate
We crossed the line this time, in darkness we unite
We fell from grace this time a phantom sacrifice
All ceased, all burned
All gone, all is one
Singularity
Singularidade Omega
Todas as constantes são definidas
Arcos elípticos foram moldados
Este é o ponto sem retorno
Nós vimos o tecido das estrelas
Seguindo o vazio até os fins do tempo e do espaço
Perspectivas mudaram mil vezes
Não há opções para fazer
Pois somos apenas grãos em praias sem fim
Elementos caem na amargura do tempo
Uma catástrofe cósmica se aproxima
O brilho do quasar invisível daqui em diante
Nosso limite inevitavelmente alcançado
Mesmo que todos os séculos desapareçam
Mesmo se todos os mundos se tornarem um em sombras e poeira
Nós continuamos os mesmos
Quando nos transformamos em um
Um nos tornamos
Mundos dispersos anseiam pela unidade mais uma vez
Seus caminhos solitários encontram um fim
Quando a submissão cega ganha controle
E incontáveis estradas os estão extraviando
Impotente nós mergulhamos no olho da tempestade
A sede infinita da espiral não pode ser extinta
Quando as novas iluminam a noite
A história se repete novamente
Mesmo que todos os séculos desapareçam
Mesmo se todos os mundos se tornarem um em sombras e poeira
Nós continuamos os mesmos
Una-se, enfrente seus medos
Sem escapatória, sem empatia
Oh, ceda à gravidade
Oh, sem dor, sem agonia
E esse caminho sem fim se torna claro
Mesmo que trememos de medo, não nos afastaremos do destino
Nós cruzamos a linha desta vez, na escuridão nos unimos
Nós caímos da graça desta vez um sacrifício fantasma
Tudo cessou, tudo queimado
Tudo acabou, tudo é um
Singularidade