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Ato I.II - Anjo do Pecado

Darkside Of Innocence

Act I.II - Angel of Sin

Blinded eyes were mine
To foresee the unsought sign
Even as devilish, I wept
Darkness shattered a truth, I kept

This unravelled reminiscence
Displease the depths in my conscience
At the eclipse of a winter sun
Was I betrayed by the evil-eyed one?

Now, I lie here
Under my black wings of despair
These single tears
Burn like an intense mournful flare

Sophia's exquisite requiem played tonight
The iniquity of angels prevail at her sight

Ascendance, Laila's undesired destiny
Lost forever more amidst this veiled infinity

Now, I lie here
Under my black wings of despair
These single tears
Burn like an intense mournful flare
Redeem myself
From all my damned sins
On the way 'till redemption
Of an Angel brought by withering wings
On the way 'till redemption
Of an Angel brought by withering wings

Against an infernal lust I became wroth
Now that by blight, misled I am not
Awoke I've been;
In mourning filled with blankness

Rebirth anew for a glorious dawn
To a gilthead age
No longer a sinner,
No longer fooled

Now, I lie here
Under my black wings of despair
These single tears
Burn like an intense mournful flare
Redeem myself
From all my damned sins
On the way 'till redemption
Of an Angel brought by withering wings
On the way 'till redemption
Of an Angel brought by withering wings

Ato I.II - Anjo do Pecado

Olhos vendados eram meus
Para prever o sinal não buscado
Mesmo sendo diabólico, eu chorei
A escuridão quebrou uma verdade que eu guardei

Essa reminiscência desfeita
Desagrada as profundezas da minha consciência
Na eclipse de um sol de inverno
Fui traído pelo de olhar maligno?

Agora, eu estou aqui
Debruçado sob minhas asas negras de desespero
Essas lágrimas solitárias
Ardem como uma intensa chama de luto

O requiem requintado de Sophia tocou esta noite
A iniquidade dos anjos prevalece à sua vista

Ascensão, o destino indesejado de Laila
Perdido para sempre mais em meio a essa infinidade velada

Agora, eu estou aqui
Debruçado sob minhas asas negras de desespero
Essas lágrimas solitárias
Ardem como uma intensa chama de luto
Redimir a mim mesmo
De todos os meus pecados malditos
No caminho até a redenção
De um Anjo trazido por asas murchas
No caminho até a redenção
De um Anjo trazido por asas murchas

Contra uma luxúria infernal eu me enfureci
Agora que pela praga, enganado não estou
Acordei;
Em luto preenchido de vazio

Renascimento novo para uma aurora gloriosa
Para uma era dourada
Não sou mais um pecador,
Não sou mais enganado

Agora, eu estou aqui
Debruçado sob minhas asas negras de desespero
Essas lágrimas solitárias
Ardem como uma intensa chama de luto
Redimir a mim mesmo
De todos os meus pecados malditos
No caminho até a redenção
De um Anjo trazido por asas murchas
No caminho até a redenção
De um Anjo trazido por asas murchas

Composição: Pedro Remiz