Earth's Last Picture
We sail the seas, of negativity
To banish kindness from this place
(sans scruples, sans humility)
To behold the fierceness of wolves
Assailing ye saints thoroughly
(sans love, sans compassion)
To behold the wails of thine in affright
Whilst evil preyeth upon thy hearts
(sans warmth, sans pity)
To behold a world, darkly astir
Rising in madness and mystery
(sans light, sans life)
Would ye not rather fall into pleasant reverie
Than to tremble amidst, this old memory?
Alas for the damned thou art...now ye behold!
Tis the rise of satanic divinity...
Oh we rejoice at the destruction
Of all ye have ever lived for...
Hark! as lands tremble, and empires fall
Ye may hear us laugh with sardonic wrath
(tis the voices from the past)
Aye we can not mourn, for
Never morrow shall dawn
World without end...
A Derradeira Visão da Terra
Nós navegamos pelos mares, da negação
Para que deste lugar seja extirpada a benevolência
(Apartados de escrúpulos, despidos de humildade)
Contemplai a ferocidade dos lobos
Que investem impiedosos contra os Vossos Santos
(Onde não há caridade, nem compaixão)
Contemplai o vosso clamor em meio ao pavor
Enquanto a iniquidade se apossa de vossos corações
(Sem o calor da graça, sem rastro de piedade)
Contemplai um mundo, em trevas agitado
Erguendo-se em loucura e mistério
(Privado de luz, sem vida)
Não preferiríeis mergulhar em deleitosos devaneios
Em vez de tremerdes ante a memória do que foi outrora?
Ai do condenado que tu és... Eis que agora vês!
É a exaltação da potestade satânica
Oh, como nos regozijamos na ruína
De tudo aquilo por que vós já vivestes
Escutai! Enquanto a terra estremece e os impérios se desmoronam
Vós podeis ouvir-nos rir com ira sarcástica
(São as vozes dos tempos idos)
Pois em verdade vos digo: Não haverá lamento em nós
Porquanto a aurora jamais tornará a despontar no amanhã
Mundo sem fim