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Não Bastará

David Civera

No Bastará

¿Quién lo sabe?
No lo se,
pero no caben tantas dudas en mi mente.
Estoy obsesionado sí,
ya lo se,
es que esto ha superado lo evidente.

Tu tormenta me ha vencido,
ha puesto a prueba mi paciencia,
mis sentidos,
me ha pisoteado como a un trapo,
me robó el motivo por lo que un día te amé.
Lo se...

Y aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite.
Aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite...

¿Quién lo sabe?
No lo se,
pero no cabe tanta angustia en mi cabeza.
Soy un descerebrado sí,
ya lo se,
es que esto ha desbordado mi conciencia.

Tu tormenta me ha vencido,
ha puesto a prueba mi paciencia,
mis sentidos,
me ha pisoteado como a un trapo,
me robó el motivo por lo que un día te amé.
Lo se...

Y aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite.
Aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite...

No basta con ponerle una venda al corazón
y continuar como si no fuera nada,
si esto no pasara entre nosotros.
No basta la suerte...

Y aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite.
Aunque me jures otra vida,
no bastará;
aunque me ruegues te perdone,
no bastará;
aunque me evites la caída,
no bastará;
no bastará que me borre, me pierda, me quite...

(No bastará, no bastará, no bastará)

Não Bastará

Quem sabe?
Não sei,
mas não cabem tantas dúvidas na minha cabeça.
Estou obcecado sim,
já sei,
esse negócio já passou do óbvio.

Sua tempestade me venceu,
colocou à prova minha paciência,
meus sentidos,
me pisoteou como um trapo,
me roubou o motivo pelo qual um dia te amei.
Sei...

E mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire.
Mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire...

Quem sabe?
Não sei,
mas não cabe tanta angústia na minha cabeça.
Sou um sem juízo sim,
já sei,
esse negócio já transbordou minha consciência.

Sua tempestade me venceu,
colocou à prova minha paciência,
meus sentidos,
me pisoteou como um trapo,
me roubou o motivo pelo qual um dia te amei.
Sei...

E mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire.
Mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire...

Não basta colocar um curativo no coração
e seguir como se nada tivesse acontecido,
se isso não rolasse entre a gente.
Não basta a sorte...

E mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire.
Mesmo que você me jure outra vida,
não bastará;
mesmo que você me implore pra te perdoar,
não bastará;
mesmo que você evite a queda,
não bastará;
não bastará que eu me apague, me perca, me tire...

(Não bastará, não bastará, não bastará)

Composição: Alejandro Abad