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Invernos de Amora

David Mead

Blackberry Winters

Waiting in Penn station she is treading pins and needles
A balloon against the ceiling blows around
Rolling up the Hudson with her face against the window
She is headed for a foreign accent town
But she was once a child of the south
And she remembers waiting on those

Blackberry winters, far far away
Come out of nowhere, cold spell in may
Blackberry winters, how could she know
Rain comes and where do you go?
Where do you go?

Handing off her passport to the agent at the border
This is only for the weekend, or so she says
Montreal is safer and a place where i can't find her
There's a room reserved on rue Rene-Levesque
Cleaning up another ugly mess
Running from a lover touched by

Blackberry winters, far far away
Come out of nowhere, cold spell in may
Blackberry winters, how could she know
Rain comes and where do you go?

Where do you go to stop the wind's blow
And feel the sun shine again

She was once a child of the south
And she remembers waiting

Blackberry winters, far far away
Come out of nowhere, last for a day
Blackberry winters, so long ago
Rain comes and where do you go

On those blackberry winters, far far away
Come out of nowhere, last for a day
Blackberry winters, how could she know
Rain comes and where do you go?
Where do you go?

Invernos de Amora

Esperando na estação Penn, ela está pisando em ovos
Um balão contra o teto flutua por aí
Subindo o Hudson com o rosto colado na janela
Ela está indo para uma cidade com sotaque estrangeiro
Mas ela já foi uma criança do sul
E se lembra de esperar por aqueles

Invernos de amora, tão, tão longe
Aparecem do nada, um frio em maio
Invernos de amora, como ela poderia saber
A chuva vem e pra onde você vai?
Pra onde você vai?

Entregando seu passaporte para o agente na fronteira
Isso é só para o fim de semana, ou assim ela diz
Montreal é mais segura e um lugar onde não posso encontrá-la
Tem um quarto reservado na rue Rene-Levesque
Limpando mais uma bagunça feia
Fugindo de um amante tocado por

Invernos de amora, tão, tão longe
Aparecem do nada, um frio em maio
Invernos de amora, como ela poderia saber
A chuva vem e pra onde você vai?

Pra onde você vai pra parar o vento
E sentir o sol brilhar de novo

Ela já foi uma criança do sul
E se lembra de esperar

Invernos de amora, tão, tão longe
Aparecem do nada, duram um dia
Invernos de amora, há tanto tempo
A chuva vem e pra onde você vai?

Naqueles invernos de amora, tão, tão longe
Aparecem do nada, duram um dia
Invernos de amora, como ela poderia saber
A chuva vem e pra onde você vai?
Pra onde você vai?

Composição: David Mead