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Ai Ai

Davide de Marinis

Ahi Ahi

Ahi... ahi...
A volte dici capisco tutto... a volte dici non capisco
niente...
A volte dici non so più amare, a volte invece
sono passionale...
E-elementare con la colla si deve incollare...
la mia coscienza è come un dente che si può
cariare
elementare ho già sporcato i miei piedi puliti e
penso sempre a te...

Ci spogliamo nudi se ti va, ho bisogno di certezze
dondolare come un'anitra selvatica, trasgredire
ad ogni forma di metodica.
Esiste o non esiste l'aldilà, preferisco la mia
tenda...
Preferisco il paradiso tra le tue gambe...
Ti desidero... mi venderei anche l'anima...
ahi... ahi...

A volte dici che buon profumo... a volte dici che
cattivo odore...
A volte dici sono generoso, a volte invece ho la
manina corta...
E-elementare con le palle si deve giocare...
nella tua rete come un tonno ci vorrei cascare...
E cinguettare tutto il giorno come un uccellino,
ma poi che senso ha...

Ci spogliamo nudi se ti va, ho bisogno di certezze
dondolare come un'anitra selvatica, trasgredire
ad ogni forma di metodica.
Esiste o non esiste l'aldilà, preferisco la mia
tenda...
Preferisco il paradiso tra le tue gambe...
Ti desidero... mi venderei anche l'anima...

Tra le tue gambe... tra le tue ciglia... tra le tue
forme...
mi abbandono e mi sento rinascere... ahi... ahi...

Ai Ai

Ai... ai...
Às vezes você diz que entende tudo... às vezes você diz que não entende
nada...
Às vezes você diz que não sabe mais amar, às vezes, na verdade,
sou cheio de paixão...
É-elementar, com a cola a gente tem que colar...
minha consciência é como um dente que pode
cariar
elementar, já sujei meus pés limpos e
penso sempre em você...

A gente se despir nu se você quiser, eu preciso de certezas
balançar como um pato selvagem, transgredir
todas as formas de método.
Existe ou não existe o além, prefiro minha
barraca...
Prefiro o paraíso entre suas pernas...
Eu te desejo... eu venderia até minha alma...
ai... ai...

Às vezes você diz que cheiro bom... às vezes você diz que
cheiro ruim...
Às vezes você diz que sou generoso, às vezes, na verdade,
fico com a mão curta...
É-elementar, com as bolas a gente tem que jogar...
dentro da sua rede como um atum, eu queria cair...
E cantar o dia todo como um passarinho,
mas depois, qual é a graça...

A gente se despir nu se você quiser, eu preciso de certezas
balançar como um pato selvagem, transgredir
todas as formas de método.
Existe ou não existe o além, prefiro minha
barraca...
Prefiro o paraíso entre suas pernas...
Eu te desejo... eu venderia até minha alma...

Entre suas pernas... entre seus cílios... entre suas
formas...
me abandono e me sinto renascer... ai... ai...

Composição: