Unaltered Beast
Roll up
Roll up
Come see the oddities
Unaltered beasts
Or the girl who swallowed knives
The invisible cannibal
The strangest foe of all time
...For your own very eyes
Come see the freaks
Come see the freaks
Children made of raw meat
Shark mouths of blazing impurity
Down in the dumps
Down in the doldrums
Where only the fucked up
Forage for their forms
Nervous twitches at 2AM
In a bed of cracked ribs
Jerking off in a circus of secrets
Pressure sweating you slowly insane
We all become new fanged Gods
To old for regret
To ill for death
I trust myself and no one else
I drink to your bad health
Like the carrion fiend
At a blessed feast
The bones you were born with
Yearn to be seen
An imperfect fake with the same name
Searching for language
Of an inner being
Jackhammer magnificent
Chainsaw buddhist
Unspoilt and unbeautiful
Arrogant until proven guilty
The heart is deceased above all things
Inflammatory flawed creation
Plastic dolls for the role models
Bedraggled in bad guts
Home to dogtown pillbox
"Let's go out and live in an illusion together"
Wash your mouth out with lies
Searching in vain forever
For one of your own kind
A human cannonball
Boiled beaten an bleak brown
Miserable odes tiled on your skull
A scholar of war on a bonegrinding railroad
Smalltown sweatheart in a sordid bloodbath
Memories and anecdotes kicked in the face
Like a railroad of blind windows
Butchered in the snow
Crumpled angel at the end of the avenue
Making shapes from strangers faces
An empty disguise
With nowhere to go
Fera Inalterada
Chega mais
Chega mais
Vem ver as esquisitices
Bestas inalteradas
Ou a garota que engoliu facas
O canibal invisível
O inimigo mais estranho de todos os tempos
...Para os seus próprios olhos
Vem ver os freaks
Vem ver os freaks
Crianças feitas de carne crua
Bocas de tubarão de impureza ardente
Lá embaixo, na fossa
Lá embaixo, na deprê
Onde só os fodidos
Buscam suas formas
Tiques nervosos às 2 da manhã
Em uma cama de costelas quebradas
Se masturbando em um circo de segredos
Pressão te deixando lentamente insano
Todos nós nos tornamos novos deuses com presas
Velhos demais para arrependimento
Doentes demais para a morte
Confio em mim e em mais ninguém
Bebo pela sua má saúde
Como um demônio da carniça
Em um banquete abençoado
Os ossos com os quais você nasceu
Anseiam para serem vistos
Um falso imperfeito com o mesmo nome
Buscando uma linguagem
De um ser interior
Martelete magnífico
Buddhista com motosserra
Intocado e não bonito
Arrogante até que se prove o contrário
O coração está morto acima de todas as coisas
Criação inflamatória e defeituosa
Bonecas de plástico para os modelos a seguir
Desgastados em intestinos ruins
Lar da caixa de pílulas de Dogtown
"Vamos sair e viver juntos em uma ilusão"
Lave sua boca com mentiras
Buscando em vão para sempre
Por um de sua própria espécie
Um canhão humano
Fervido, espancado e de um marrom sombrio
Odes miseráveis azulejadas na sua cabeça
Um estudioso da guerra em uma ferrovia triturante
Queridinha de cidade pequena em um banho de sangue sórdido
Memórias e anedotas chutadas na cara
Como uma ferrovia de janelas cegas
Desmembrado na neve
Anjo amassado no final da avenida
Fazendo formas a partir de rostos de estranhos
Uma fantasia vazia
Sem lugar para ir