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Uma Guerra para Vencer

Dødheimsgard

En Krig å Seire

Tornede veier hvor minner farer
od hviskes vekk
Forvitret som gammel stein
Aldri shulle vi legge det bak oss
Aldri skulle vi glemme
Det var allerede borte, slik en vandrers
totefar med tiden dor, og follede hender
var blodig såret

De udodelige, De av slikt gammelt liv
som oss, salet til en siste ferd
for så å fortrede for djervt et hjerte
tjent av sonners kamp og lidelse

Blomstrende yngel som lå der og ventet
Slik kraft vi tar og styrkes
Tatt av de som slipte vår klinge
med fortvilelse og jamring

De stolte som reiste seg
og kastet ildfuglen
Som har tjent Han og seiret
De skygge som kastes fra Satans flamme
og kvalte de fro som tok form

Har endet sin tid, og lengter aldri mere dit
Da Vi er av hans sorte storm
som la det bak oss for all tid
od alle de minner som kunne
reise et hjerte av lys

Og så med natten vi så lenge ventet på
kosmos'krig
Der, var riket vi horte kalle, og som alltid så

I kast med tusen drommer
slik vi har skapt det
Har var dod formet bilde
for oss a regjere...
Og slipt de våpen som dypt vil skjære
og aldri lege sår

Vi plantet vår fot og befridd oss fra lyset
og ingen skal mere våke over de liv

Uma Guerra para Vencer

Caminhos quebrados onde as memórias passam
ou são sussurradas para longe
Desgastadas como pedra antiga
Nunca deveríamos deixar isso para trás
Nunca deveríamos esquecer
Já estava perdido, como um andarilho
com o peso do tempo, e mãos cheias
estavam ensanguentadas

Os indomáveis, aqueles de uma vida antiga
como nós, selados para uma última jornada
para então se atrever a um coração audacioso
servido pela luta e sofrimento dos filhos

Filhotes florescendo que estavam ali esperando
Essa força que pegamos e nos fortalece
Levados por aqueles que afiaram nossa lâmina
com desespero e lamento

Os orgulhosos que se levantaram
e lançaram o pássaro de fogo
Que serviu a Ele e triunfou
As sombras que são lançadas pela chama de Satanás
e sufocaram os frescos que tomaram forma

Chegou ao fim seu tempo, e nunca mais anseia por lá
Pois somos da sua tempestade negra
que deixou isso para trás para sempre
e todas as memórias que poderiam
erguer um coração de luz

E assim com a noite que tanto esperávamos
a guerra do cosmos
Lá, estava o reino que ouvimos chamar, e como sempre

Em meio a mil sonhos
assim nós o criamos
Ele foi moldado pela morte
para nós governarmos...
E afiaram as armas que cortarão fundo
e nunca curarão feridas

Plantamos nosso pé e nos libertamos da luz
e ninguém mais vigiará as vidas

Composição: