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Fluência

Dødheimsgard

Fluency

Oblivion owned to live
he had never seen his coffin
and what was made from there
he had never tasted his tears

Can we trespass now

Never dream again
cause this world became the dreams
surely he would wonder about his steps
would always remember the past

What past? Times...

(He would strive on and on
collecting his peace entangled
in crayons the most valuable of all)

Out of the dismal mist
covering the crown
he stands like a sculpture
in a flowered garden
black and enameled roses

Can this forsakened deem
lay its hand on the final grasp

Fluência

O esquecimento era seu lar
nunca tinha visto seu caixão
e o que veio de lá
nunca tinha provado suas lágrimas

Podemos ultrapassar agora

Nunca sonhe de novo
porque este mundo virou os sonhos
certamente ele se perguntaria sobre seus passos
sempre lembraria do passado

Que passado? Tempos...

(Ele lutaria incessantemente
coletando sua paz entrelaçada
em giz de cera, o mais valioso de todos)

Saindo da névoa sombria
cobrindo a coroa
ele se ergue como uma escultura
em um jardim florido
rosas pretas e esmaltadas

Pode esse abandonado
colocar sua mão na última apreensão

Composição: