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Conto

De Monos

Cuento

Sin saber que hago, miro al otro lado…
Pinto en este cielo, apoyo mis manos.
Siento que te pierdo, voy desorientado…
En este frío cuento, ya no soy tu esclavo.

Solo me has dejado, libre de mentiras…
Vuelo en esta vida, quiero tus caricias.
Pienso y tus recuerdos, nublan hoy mis días…
En este desierto no encuentro salida.

Mueren mis sentidos, nado en este río…
Caigo al precipicio, grito y suspiro…
Este es el momento, entro en suspenso…
Caen mis estrellas, cuelgo mi conciencia.

Páginas describen, donde voy corriendo…
Si tu voz no encuentro, al destino enfrento.
De este árbol caen, lágrimas que encienden…
Esta brecha larga va quemando mi alma.

Mueren mis sentidos, nado en este río…
Caigo al precipicio, grito y suspiro…
Este es el momento, entro en suspenso…
Caen mis estrellas, cuelgo mi conciencia.

Mueren mis sentidos, nado en este río…
Caigo al precipicio, grito y suspiro…

Conto

Sem saber o que faço, olho pro outro lado…
Pinto nesse céu, apoio minhas mãos.
Sinto que te perco, tô desorientado…
Nesse frio conto, já não sou seu escravo.

Só me deixaste, livre de mentiras…
Voo nessa vida, quero suas carícias.
Penso e suas lembranças, nublam hoje meus dias…
Nesse deserto não encontro saída.

Morrem meus sentidos, nado nesse rio…
Caio no precipício, grito e suspiro…
Esse é o momento, entro em suspenso…
Caem minhas estrelas, penduro minha consciência.

Páginas descrevem, onde vou correndo…
Se sua voz não encontro, ao destino enfrento.
Desse árvore caem, lágrimas que acendem…
Essa brecha longa vai queimando minha alma.

Morrem meus sentidos, nado nesse rio…
Caio no precipício, grito e suspiro…
Esse é o momento, entro em suspenso…
Caem minhas estrelas, penduro minha consciência.

Morrem meus sentidos, nado nesse rio…
Caio no precipício, grito e suspiro…

Composição: Demián Alaniz