Death Of The Meek
Best be prepared to meet your maker
Best be prepared to face your god
Justified unholy nightmare
Crucified of pride, you're robbed
No escape, it's too late
The hammer crashes down
Do or die
Cauterize to stop the blood flow
Still this tortures just begun
Eternal seconds keep on repeating
Charred retinas, a black collapsed lung
No escape, it's too late
The hammer crashes down
Do or die
All your fears
Won't match the wasted years
Of isolation
In due time
I will ingest your kind
Quench my starvation
All present and accounted for
Hush! do not speak
For tonight i raise a glass
To the death of the meek
We are the chosen
And we bare the sign
Their weapons are useless
Our weapons our mind
No you can't believe
How you will inspire
Soon set to be free
Our blessed desire
You won't be imprisoned
No, you won't be ashamed
You won't be stripped of your language
Or your family name
No more inner demons
No more bitter spite
No more of the blood stained walls
Of your ancestral pride
Comatose, your eyes grow vacant
A paralyzing fear that builds
Stripped of your pathetic icons
Robbed of your heroic will
Artifact, your way of thinking
Your bones hang up upon my wall
Another fallen empire
The most self-righteous one of all
No escape, it's too late
The hammer crashes down
Do or die
In due time i will ingest mankind
Quench my starvation
Morte dos Humildes
É melhor estar preparado pra encontrar seu criador
É melhor estar preparado pra encarar seu deus
Pesadelo injustificado e profano
Crucificado pelo orgulho, você foi roubado
Sem escape, é tarde demais
O martelo desaba
Fazer ou morrer
Cauterizar pra estancar o fluxo de sangue
Ainda essa tortura só começou
Segundos eternos continuam se repetindo
Retinas carbonizadas, um pulmão preto colapsado
Sem escape, é tarde demais
O martelo desaba
Fazer ou morrer
Todos os seus medos
Não se comparam aos anos desperdiçados
De isolamento
Com o tempo
Eu vou engolir sua espécie
Saciando minha fome
Todos presentes e contados
Silêncio! Não fale
Pois esta noite eu levanto um brinde
À morte dos humildes
Nós somos os escolhidos
E carregamos o sinal
As armas deles são inúteis
Nossas armas são nossa mente
Não, você não pode acreditar
Como você vai inspirar
Logo prestes a ser livre
Nosso desejo abençoado
Você não será aprisionado
Não, você não terá vergonha
Você não será privado da sua língua
Ou do seu sobrenome
Chega de demônios internos
Chega de amargura
Chega das paredes manchadas de sangue
Do seu orgulho ancestral
Comatoso, seus olhos ficam vazios
Um medo paralisante que se acumula
Despojado de seus ícones patéticos
Roubado da sua vontade heroica
Artefato, sua forma de pensar
Seus ossos pendem na minha parede
Outro império caído
O mais auto-justificado de todos
Sem escape, é tarde demais
O martelo desaba
Fazer ou morrer
Com o tempo eu vou engolir a humanidade
Saciando minha fome