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Desejo de Doença

Deceased

Craving Illness

Open wounds the open gash let it all begin
Disease it dances on the grave and celebrates the end, the end!

Away with smiles away with life destroying all in time
Craving illness carries on marching down the line

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness
Trauma lives inside us all it's turned a healthy world

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness

On it goes it never rests start the morbid heave
Bringing on the living ghost a whiter shade of pale, so pale!

So fast it takes them from the joy ugliness alive
That person slumped in that chair looks nothing like mankind

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness
Trauma lives inside us all it's turned a healthy world

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness

It turns and it feeds
Attacking the world
DISEASE, DISEASE

It's craving forever
And it's never fulfilled
Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness

Reduced to nothing taken down failing hand now falls
A skeleton of broken mass the wicked's taken hold, stronghold

The living left to grief and mourn unveil the black of death
Watch the pupils fade away and stop the view of life

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness
Trauma lives inside us all it's turned a healthy world

Gnawing at the guts of man a vicious, craving illness

The living left to grief and mourn unveil the black of death
Watch the pupils fade away stop the view of life

Turned body of the healthy human life
Illness takes our mind
Attacking 'til we die
Destroys the one you love

Desejo de Doença

Feridas abertas, a ferida exposta, que tudo comece
A doença dança sobre a sepultura e celebra o fim, o fim!

Fora com os sorrisos, fora com a vida, destruindo tudo com o tempo
O desejo de doença continua marchando pela linha

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável
O trauma vive dentro de todos nós, transformou um mundo saudável

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável

Segue em frente, nunca descansa, comece a agonia mórbida
Trazendo o fantasma vivo, um tom mais pálido que o normal, tão pálido!

Tão rápido que os tira da alegria, a feiura viva
Aquela pessoa caída naquela cadeira não parece nada com a humanidade

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável
O trauma vive dentro de todos nós, transformou um mundo saudável

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável

Ela gira e se alimenta
Atacando o mundo
DOENÇA, DOENÇA

É um desejo eterno
E nunca é saciado
Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável

Reduzido a nada, derrubado, a mão falha agora cai
Um esqueleto de massa quebrada, o maligno tomou conta, fortaleza

Os vivos deixados para o luto e a dor, revelam o negro da morte
Assistam as pupilas se apagarem e parem a visão da vida

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável
O trauma vive dentro de todos nós, transformou um mundo saudável

Roendo as entranhas do homem, uma doença voraz e insaciável

Os vivos deixados para o luto e a dor, revelam o negro da morte
Assistam as pupilas se apagarem, parem a visão da vida

Corpo transformado do humano saudável
A doença toma nossa mente
Atacando até morrermos
Destrói aquele que você ama

Composição: