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Transcendência Noturna

December Moon

Nocturnal Transcendency

I swoon as I ascend this lifeless body
Thoughts perish as I pass between worlds,
Confused I direct my eyes, perchance to see...
With sorrow I remember lost surroundings,
The taste of wonder collapsed to solemnity,
Meanings fade and wither in my unholy tomb

My abudance being my only regret,
Brighter than life yet infinity damned,
To be or not is no longer any question!
I bid welcome to the realm of conception
Unable to realise my bleak surroundings,
The further I reach, the darker I shine,
And nothing else reveals...

Exposing my force to swirling void,
Outstretched hands of no avail,
I yearn for none of this cold desolation
As I transcend my present state
Images of my former existence,
Return again to tease my being
I see despondency from my only portal...

Through helplessness I find security,
This conciousness is neverending...
As my minds eye twists into ecstasy
All is dark and dismally blessed...
In this castle I am lord,
And here I shall reign forevermore,
Tomorrows dreams... Sleep perchance to dream!

Transcendência Noturna

Eu desmaio enquanto subo nesse corpo sem vida
Pensamentos morrem enquanto passo entre mundos,
Confuso, dirijo meus olhos, talvez para ver...
Com tristeza, lembro dos arredores perdidos,
O gosto da maravilha se desfez em solenidade,
Significados desaparecem e murcham na minha tumba profana

Minha abundância sendo meu único arrependimento,
Mais brilhante que a vida, mas a eternidade condenada,
Ser ou não ser já não é mais questão!
Dou boas-vindas ao reino da concepção
Incapaz de perceber meu sombrio entorno,
Quanto mais me estendo, mais escuro eu brilho,
E nada mais se revela...

Expondo minha força ao vazio giratório,
Mãos estendidas sem resultado,
Anseio por nada dessa frieza desoladora
Enquanto transcendo meu estado atual
Imagens da minha existência anterior,
Retornam novamente para provocar meu ser
Vejo a desolação do meu único portal...

Através da impotência, encontro segurança,
Essa consciência é interminável...
Enquanto o olho da minha mente se contorce em êxtase
Tudo é escuro e miseravelmente abençoado...
Neste castelo, sou o senhor,
E aqui reinarei para sempre,
Os sonhos de amanhã... Dormir, talvez sonhar!

Composição: