The Alabaster Corpse
I awoke damning the light and knowing that I'm all alone
the darkened room's silver light,
('tis) a darkness so subtle
I (can) still see
The ghosts of all that has passed and come from our one tryst
The burrow's humid and warm
but the cold is so deep in my bones
My naked skin is peeling
attempting to shed what was once the mark of your scent on my flesh
Revolting is this feeling
A haunting I cannot embrace
nor escape from at all...
Such emptiness!
Alone I stand and heaving
adrift on a sea of inadequate foam
covering all (and) corroding me
I can't stand my sight
I must seek the night
bury my damned feelings I must kill my illusions,
I... I hope for burning skies rather than this pain!
Sanity's such a joke when one is broken!
Feelings are such a drag,
a bastard-god's little token!
I am no one at all!
Don't bother to know me!
A soiled mangle of lies...
I scream but nobody listens!
Embracing my deepest fears…
And I' m left with nothing!
My words are spent in a dream
for one that doesn't believe them...
(I'm) raping the love of my once giving soul!
if only light would not make you blind
then maybe I could know you!
if only I could bring down the sky
and make the seas tempestuous! ...
I am damned and rotten inside
this dreadful feeling must die
A tower of utmost gut wrenching pain
My exterior is so pale and stale
eyes so dead no one can tell what I think or feel
It's all lies!
See the crafted smiles I can display
Fooling all, for none can see
But nobody knows what it's like inside!
I self-exiled of all human touch
Estranged from the warmth I had sought
breaking the heavens and crumbling inside ...
Who answers for my pain???
All is done in vain???
O, I should've run from this place...
Could not stand your face
to behold nevermore the defining grace
O, I plead...
Cannot (they) see what it brings in me!?
Let the frost enter my veins for my sense is lost
Could not face my own gaze as I saw (it) in yours
Taste my tears!
Know my pain!
Nothing is the same!
Will not once see through my eyes and seek my embrace!
...fill this empty space...
O Cadáver Alabastro
Eu acordei amaldiçoando a luz e sabendo que estou completamente sozinho
a luz prateada do quarto escuro,
(é) uma escuridão tão sutil
que ainda consigo ver
Os fantasmas de tudo que passou e veio do nosso único encontro
A toca é úmida e quente
mas o frio é tão profundo nos meus ossos
Minha pele nua está descascando
tentando se livrar do que um dia foi a marca do seu cheiro na minha carne
Revoltante é esse sentimento
Um assombro que não consigo abraçar
nem escapar de jeito nenhum...
Que vazio!
Sozinho eu fico e ofegante
à deriva em um mar de espuma inadequada
cobrindo tudo (e) corroendo-me
Não suporto minha visão
Preciso buscar a noite
enterrar meus malditos sentimentos, preciso matar minhas ilusões,
Eu... eu espero por céus ardentes em vez dessa dor!
A sanidade é uma piada quando alguém está quebrado!
Sentimentos são um saco,
um troféu de um deus bastardão!
Eu não sou ninguém!
Não se dê ao trabalho de me conhecer!
Um emaranhado sujo de mentiras...
Eu grito, mas ninguém escuta!
Abraçando meus medos mais profundos…
E fico sem nada!
Minhas palavras se esgotam em um sonho
para alguém que não acredita nelas...
(Estou) estuprando o amor da minha alma que um dia foi generosa!
Se ao menos a luz não te deixasse cega
então talvez eu pudesse te conhecer!
Se ao menos eu pudesse derrubar o céu
e fazer os mares tempestuosos! ...
Estou amaldiçoado e podre por dentro
esse sentimento horrível precisa morrer
Uma torre de dor insuportável
Meu exterior é tão pálido e sem vida
e meus olhos tão mortos que ninguém pode dizer o que eu penso ou sinto
É tudo mentira!
Veja os sorrisos forjados que posso exibir
Enganando a todos, pois ninguém pode ver
Mas ninguém sabe como é por dentro!
Eu me autoexilei de todo toque humano
Estranhado do calor que eu buscava
quebrando os céus e desmoronando por dentro ...
Quem responde pela minha dor???
Tudo é em vão???
Oh, eu deveria ter fugido deste lugar...
Não consegui suportar seu rosto
para nunca mais contemplar a graça que define
Oh, eu imploro...
Não conseguem (eles) ver o que isso traz em mim!?
Deixem a geada entrar nas minhas veias, pois meu sentido se perdeu
Não consegui encarar meu próprio olhar como vi (o seu)
Prove minhas lágrimas!
Conheça minha dor!
Nada é igual!
Não vão uma vez ver através dos meus olhos e buscar meu abraço!
...preencha esse espaço vazio...