Natural
Gotas a un vaso caen
Por el cielo hecho vapor
Copitos hacen diluvio
En un invierno sin retorno
Las llamas de la chimenea
Tan solo hacen que fluya
Esta prosa hecha ceniza
Por el fuego de mi entorno
Soy tsunami y eslabón
Cargado por rap y tempestades
Forjó letras como espadas
Y al clima verso en rituales
Son triviales
Los fonemas
Qué compongo ante la Luna
Mi palabra es tan necesaria
Como los signos vitales
Vitalicio sentimiento
De expresar lo sensorial
Mi rap es el tacto y paladar
Con hambre de cazar furtivo
Siempre estoy bajo el radar
De estar en la antena radial
Mi satélite musical
Consume platos narrativos
Escribo de forma efectiva
Un oasis en la montaña
Instintivo color de hormiga
Entre arreboles conceptuales
Masivo divulgador
De estrofas hechas dinamita
Universal y descriptivo
Dee-c en las editoriales
Mortal ataque en el micro
Escupo azufre en procesó
Lagos hechos remolinos
Recrean un son infrahumano
Imagino lo incandescente
Converso en paz con fogatas
El sulfuro es este elemento
Hecho café colombiano
Lago y costa son el páramo
Qué construyen el sonido
Melódico y dirigido
Por ruidos de cordillera
El silencio que ensordece
La sonata natural
De un paraíso hecho tema
Aún si entre bombos latiera
Correspondo a los glaciares
Con volcanes en el mapa
Hecho de tela cascada y de textura
Hecha montaje
Soy la luz hecha guion
Como el Sol hecho mar
Este rap es un acertijo
Entre las clases de espionaje
Te muestro un alunizaje real
Entre un bosque plano
Submarinos, terremotos
Esencias de rap transmitidas
Conspiraciones entablan
Qué este texto es prohibido
Cohibida descripción
De estar en la ciudad perdida
Las raíces no se quiebran
Entre junglas que respiran
Este rap natural
Interplanetaria selva
Consumida por el pulso
De este rap natural
De este rap natural
De este rap natural
Sí, sí
De este rap natural
Dee-c dee-c underground okey
La nueva fuerza rimante
Directamente desde smoke records
De este rap natural
Natural
Gotas caem no copo
Pelo céu feito vapor
Flocos fazem dilúvio
Num inverno sem volta
As chamas da lareira
Só fazem fluir
Essa prosa feita cinzas
Pelo fogo do meu entorno
Sou tsunami e elo
Carregado por rap e tempestades
Forjei letras como espadas
E ao clima verso em rituais
São triviais
Os fonemas
Que componho diante da Lua
Minha palavra é tão necessária
Quanto os sinais vitais
Sentimento vitalício
De expressar o sensorial
Meu rap é o toque e o paladar
Com fome de caçar furtivo
Sempre estou sob o radar
De estar na antena radial
Meu satélite musical
Consome pratos narrativos
Escrevo de forma eficaz
Um oásis na montanha
Instintivo como cor de formiga
Entre arreboles conceituais
Divulgador massivo
De estrofes feitas dinamite
Universal e descritivo
Dee-c nas editoriais
Ataque mortal no microfone
Escupo enxofre em processo
Lagos feitos redemoinhos
Recriam um som infra-humano
Imagino o incandescente
Converso em paz com fogueiras
O sulfuro é esse elemento
Feito café colombiano
Lago e costa são o páramo
Que constroem o som
Melódico e direcionado
Por ruídos de cordilheira
O silêncio que ensurdece
A sonata natural
De um paraíso feito tema
Ainda que entre bombos pulsasse
Correspondo aos glaciares
Com vulcões no mapa
Feito de tecido cascata e textura
Feita montagem
Sou a luz feita roteiro
Como o Sol feito mar
Esse rap é um enigma
Entre as classes de espionagem
Te mostro um alunissagem real
Entre uma floresta plana
Submarinos, terremotos
Essências de rap transmitidas
Conspirações se estabelecem
Que este texto é proibido
Descrição contida
De estar na cidade perdida
As raízes não se quebram
Entre selvas que respiram
Esse rap natural
Selva interplanetária
Consumida pelo pulso
Desse rap natural
Desse rap natural
Desse rap natural
Sim, sim
Desse rap natural
Dee-c dee-c underground ok
A nova força rimante
Diretamente da smoke records
Desse rap natural