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Hordas Infinitas em Agonia

Defamer

Endless Hordes Expiring

To what they cannot comprehend they cannot bestow a name. A deplorable incompetence I cannot exonerate.
Lo I emerge. I am the unfathomable, behold and become undone. Unutterable in form, comparable I am to none. My ichor hand claws at the entrails of the wretched and forgotten. My vile dagger tears at the throats of the champions of man. Dissolute, I've lurked in the depths reveling in my obsession: the endless tide of collapsed human forms on which I incessantly dine. But to consume is to mature and thus, I obtain my ascension.
I am the devourer, submit yourselves to me. Your corpse-flesh my teeth molest. Your mourner's screams I do not heed.
…and I emerge.
Engraved upon their faces; my true title, Dread Incarnate. I am the unfathomable behold and become undone. Gaze upon my princely features, a brilliant example of the craftsmanship of chaos and entropy.
I am the devourer, writhing in delight, feasting on the endless hordes expiring with fright.
These spiritual invalids, I bask in their defect. To their prayers I will respond, I will defile and eat their flesh.

Hordas Infinitas em Agonia

Para aquilo que não conseguem compreender, não podem dar um nome. Uma incompetência deplorável que não posso exonerar.
Eis que eu emergo. Sou o insondável, contemple e desmorone. Indizível em forma, comparável a ninguém. Minha mão de ícor arranha as entranhas dos miseráveis e esquecidos. Minha adaga vil rasga as gargantas dos campeões da humanidade. Dissoluto, eu me escondi nas profundezas, deleitando-me na minha obsessão: a maré interminável de formas humanas colapsadas das quais me alimento incessantemente. Mas consumir é amadurecer e assim, eu alcanço minha ascensão.
Sou o devorador, submetam-se a mim. A carne de seus cadáveres é o que meus dentes molestam. Os gritos de seus lutos eu não ouço.
...e eu emergo.
Gravado em seus rostos; meu verdadeiro título, Medo Encarnado. Sou o insondável, contemple e desmorone. Olhe para minhas feições princípeas, um exemplo brilhante da arte do caos e da entropia.
Sou o devorador, contorcendo-me de prazer, banqueteando-me com as hordas infinitas em agonia.
Esses inválidos espirituais, eu me deleito em seu defeito. Às suas orações eu responderei, eu profanarei e comerei sua carne.

Composição: