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Decomposição Horrenda

Defeated Sanity

Horrid Decomposition

Living in a world of sicknesses
For which there are no cure
One of them eats its way through me
And lets me die slowly
Infection for those who just touch me
Fear - they throw stones to chase me away

I'm banished from civilization
They throw me into a doorless room
To keep my disease away
While thousands of others lie infected yet

I'm slowly decomposing
And the stench of my own decay surrounds
I'm driven to despair
I throw myself against the wall
I vomit in disgust for my own blood
In pain and suffering I cry

In this chamber I'm put away
There are mirrors to watch
Myself decline
What human being could be so cruel
To execute me this way?
This wretched way to lose my life

Waiting for my release
Minutes seem like hours to me
In this dark abyss of pain
That devours me
Internal organs start to liquify
No one stands by me in
My darkest hours

Regardless reality...
Memories of sanity
Determine my vegetating
Memorial torture
Dismembering my last aphorism
Extricating my soul out of my body
...I lost my vigor

Decomposição Horrenda

Vivendo em um mundo de doenças
Para as quais não há cura
Uma delas vai me consumindo
E me deixa morrer devagar
Infecção para quem só me toca
Medo - eles jogam pedras pra me afastar

Estou banido da civilização
Me jogam em uma sala sem porta
Pra manter minha doença longe
Enquanto milhares de outros estão infectados ainda

Estou me decompondo lentamente
E o fedor da minha própria decomposição me cerca
Estou sendo levado ao desespero
Me jogo contra a parede
Vômito de nojo pelo meu próprio sangue
Em dor e sofrimento eu choro

Nesta câmara sou trancafiado
Há espelhos pra eu ver
Meu próprio declínio
Que ser humano poderia ser tão cruel
Pra me executar assim?
Essa forma miserável de perder minha vida

Esperando pela minha libertação
Minutos parecem horas pra mim
Neste abismo escuro de dor
Que me devora
Órgãos internos começam a liquefazer
Ninguém está ao meu lado nas
Minhas horas mais sombrias

Independentemente da realidade...
Memórias de sanidade
Determinando meu vegetativo
Tortura memorial
Desmembrando meu último aforismo
Extrair minha alma do meu corpo
...Eu perdi meu vigor

Composição: Gruber, Keller