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Tão Velho

Degrade

Tan Viejo

Escalera abajo, caracol, miro para adentro.
Ya soy un fantasma, un arlequín, que le baila al suelo.
No paro de morir, sos un alma extraña, me moja la nariz,
Hoy estoy tan viejo. dejo de espiarte, tengo sed, tu mamá me alcanza. suelo despertar, con un ciempiés, bicho rasca-espaldas.
No paro de morir, soy un foco en trance.
Te voy a hacer reír hasta rescatarte.
Escalera abajo, caracol, no nos queda techo,
Toda realidad (la verdad) es de cartón, y es un buen secreto.
Tu mal me hace tan bien, me hace hacer canciones.
Tu mal me hace reír, siempre s.o.s mi espada.

Tão Velho

Escada abaixo, caracol, olho pra dentro.
Já sou um fantasma, um palhaço, que dança pro chão.
Não paro de morrer, você é uma alma estranha, me molha o nariz,
Hoje estou tão velho. deixo de te espiar, tô com sede, sua mãe me alcança. costumo acordar, com um centopéia, bicho que coça as costas.
Não paro de morrer, sou uma lâmpada em transe.
Vou te fazer rir até te resgatar.
Escada abaixo, caracol, não temos mais teto,
Toda realidade (a verdade) é de papelão, e é um bom segredo.
Seu mal me faz tão bem, me faz compor canções.
Seu mal me faz rir, sempre s.o.s minha espada.

Composição: