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Crematório

Deinonychus

Krematorium

Moved like cattle to the assembling point, just a few spared.
Surrounded by stench of vomit and fear.
A finger pointed in my direction, a trail of blood my compass.
Fear burying my breath following the lifeless.
Inside the building agony bids me welcome, the horror revealed.
Blinded by night the windows are sealed.
The Sieg Rune enslaved me taking my very last pride this night.
My senses are slipping away forever.
Odourless carbon monoxide is leaving the building swiftly and fast.
Taken outside to burn with the rest.
Perished into snowflakes I fall down from the heavens above to down below.
There's no God to witness this relentless horror.

Crematório

Movidos como gado para o ponto de encontro, só alguns escaparam.
Cercados pelo fedor de vômito e medo.
Um dedo apontado na minha direção, um rastro de sangue é minha bússola.
O medo enterrando meu fôlego seguindo os sem vida.
Dentro do prédio, a agonia me dá boas-vindas, o horror revelado.
Cegos pela noite, as janelas estão seladas.
A Runa Sieg me escravizou, levando meu último orgulho esta noite.
Meus sentidos estão escorregando para longe para sempre.
Monóxido de carbono sem odor está saindo do prédio rápida e velozmente.
Levado para fora para queimar com o resto.
Perdido em flocos de neve, eu caio do céu acima para o chão abaixo.
Não há Deus para testemunhar esse horror implacável.

Composição: Deinonychus / Marco Kehren