War March
From behind the horizon comes the blackest fucking storm
Earth´s funeral pyre, we march off to war
Firebreathing cannons give the sign to commence the attack
Like a crushing tidal wave we decimate, depopulate this land
Immersing all in death, persistent in annihilation
The ride to glorious devastation
Triumphant - seventy million impaled and burned
Ritual cleansing - world´s violent rebirth we execute
In scarlet showers of blood
Ever onward, daggers forward
Heading for the battlefield, a blissful place of triumph
Make the enemy tremble with fear
Burn the ground on which they stand
Death our queen, massacre obscene
Engines of destruction weed out all the weak
Pulverize the paralyzed, hear the war drums sounding
Death knell for the old, death knell for the stale
Death knell for the hollow, all that fucking waste we exterminate
Immersing all in death, persistent in annihilation
The ride to glorious devastation
Inflicting the pain, gestated in a womb of steel, bloodlusting
To violate the flesh, to take pleasure in watching it perish
In war cult´s triumphant return
Marcha da Guerra
Do além do horizonte vem a mais negra tempestade
Pira funerária da Terra, marchamos para a guerra
Canhões que soltam fogo dão o sinal para começar o ataque
Como uma onda avassaladora, dizimamos, despovoamos esta terra
Imersos na morte, persistentes na aniquilação
A jornada para a gloriosa devastação
Triunfantes - setenta milhões empalados e queimados
Purificação ritual - o violento renascimento do mundo que executamos
Em chuvas escarlates de sangue
Sempre em frente, facas à frente
Rumo ao campo de batalha, um lugar abençoado de triunfo
Fazemos o inimigo tremer de medo
Queimamos o chão em que eles pisam
A morte é nossa rainha, massacre obsceno
Máquinas de destruição eliminam todos os fracos
Pulverizamos os paralisados, ouçam os tambores de guerra soando
Sino da morte para os velhos, sino da morte para os mofados
Sino da morte para os ocos, todo esse lixo que exterminamos
Imersos na morte, persistentes na aniquilação
A jornada para a gloriosa devastação
Infligindo a dor, gestada em um ventre de aço, sedentos de sangue
Para violar a carne, para ter prazer em vê-la perecer
No triunfante retorno do culto da guerra