Science
Leaves that burn under the sparks of crystal waters,
Rotten by the ones with a goal that's not allowed.
Human clones wander, carved-eyed spirits with no expression.
Fed only with sterile aseptic mixtures.
Empty looks that know nothing only mist in their eyes.
Clonation, reproduction, genocide, suicide.
Research, speculation, creation, destruction.
Silent experiments and invisible clouds move like ancestral ghosts
Through the paths of men, followed by a synthetic aura.
Their eyes stare where everything has the dimension of nothing, tear their flesh,
Stick their syringes where live flows,
Saw tissues to create their race of automa, their own destruction.
Delirium of power, spawning from the ambition of eternity,
Fed by science, manipulated by mindless brains,
Operating like cold automa in the name of their own god,
In the name of their own being.
Ciência
Folhas que queimam sob as faíscas de águas cristalinas,
Podres por aqueles com um objetivo que não é permitido.
Clones humanos vagam, espíritos de olhos esculpidos sem expressão.
Alimentados apenas com misturas estéreis e assépticas.
Olhares vazios que não sabem nada, só névoa em seus olhos.
Clonagem, reprodução, genocídio, suicídio.
Pesquisa, especulação, criação, destruição.
Experimentos silenciosos e nuvens invisíveis se movem como fantasmas ancestrais
Pelos caminhos dos homens, seguidos por uma aura sintética.
Seus olhos encaram onde tudo tem a dimensão do nada, rasgam sua carne,
Enfiam suas seringas onde o vivo flui,
Serra tecidos para criar sua raça de autômatos, sua própria destruição.
Delírio de poder, brotando da ambição da eternidade,
Alimentado pela ciência, manipulado por cérebros sem mente,
Operando como autômatos frios em nome de seu próprio deus,
Em nome de seu próprio ser.