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2:3 Filipenses

DELLAFUENTE

2:3 Filipenses

Yo toco madera
Por todo lo que fuimos
Por todo lo que hicimos
Que no se muera

Yo toco madera
Por todo lo que fuimos
Por todo lo que hicimos
Que no se muera

Sinceramente no sé cómo bregar
De forma diferente, a sobrellevar
Yo aprendí a querer a la misma vez que odiar
No quiero perder pero tampoco ganar

Si no es el presente no puedo controlar
2:3 Filipenses, bendice a mi rival
Cuando llegarán yo no puedo adivinar
Pero lo que está pa ti nadie te puede quitar

No hay peor delincuente que uno emocional
Roba lo que sientes y se hace la víctima
Tú tienes los ingredientes te falta cocinar
Dios los bendiga a ustedes y también a sus mamás

Yo toco madera
Por todo lo que fuimos
Por todo lo que hicimos
Que no se muera

Yo toco madera
Por todo lo que fuimos
Por todo lo que hicimos
Que no se muera

2:3 Filipenses

Eu bato na madeira
Por tudo que fomos
Por tudo que fizemos
Que não acabe

Eu bato na madeira
Por tudo que fomos
Por tudo que fizemos
Que não acabe

Sinceramente, não sei como lidar
De um jeito diferente, a não ser suportar
Aprendi a amar ao mesmo tempo que a odiar
Não quero perder, mas também não quero ganhar

Se não é o presente, não posso controlar
2:3 Filipenses, abençoa meu rival
Quando vão chegar, não posso adivinhar
Mas o que é seu, ninguém pode tirar

Não há pior criminoso que um emocional
Rouba o que você sente e se faz de vítima
Você tem os ingredientes, só falta cozinhar
Deus abençoe vocês e também suas mães

Eu bato na madeira
Por tudo que fomos
Por tudo que fizemos
Que não acabe

Eu bato na madeira
Por tudo que fomos
Por tudo que fizemos
Que não acabe