Um retrato na parede da imaginação
Uma fotografia sem moldura e sem razão
Uma mulher sem nome, sem passado e sem lugar
Uma imagem bela criada por IA
Moramos numa casa que ainda vou construir
Pedaço de estrada
Que nem sei se vou seguir
Varanda, coqueiro, roça de milho aí
Rede que balança sempre que o dia vai
E eu não sei se isso é sonho
Ou recordação
De uma vida futura de um passado de ilusão
Talvez minha mente/ mente sem ter razão
(Ah-ah-ah-ah)
Tenho uma saudade do que nunca ví
Lembranças, lugares em que eu nunca viví
Da mulher que eu inventei
Os domingos, com ela que eu nunca vivenciei
(Oh)
A velha F-Max, parada no quintal
Meu del vecchio afinado, num solo sem igual
O antigo gradiente system one
Tocando os hitts de amanhã
(Oh-oh-oh-oh-ôoh!)
Me ví sentado na varanda esperando a hora correr
Como quem sabe que a pressa nunca ensina a viver
Enquanto o vento traz de longe uma canção qualquer
O vento pareece saber o nome daquela mulher!
Mas eu nunca perguntei
Nem tentei compreender
Certas coisas quando existem
Perdem a graça de ser
Tenho uma saudade do que nunca ví
Lembranças, lugares em que eu nunca viví
Da mulher que eu inventei
Os domingos, com ela que eu nunca vivenciei
(Oh)
Tenho uma saudade do que nunca ví
Lembranças, lugares em que eu nunca viví
Da mulher que eu inventei
Dos domingos com ela que eu nunca vivenciei!
Dos domingos com ela que eu nunca vivenciei (oh-oh)
Doce mulher, que eu nunca beijarei