Altar
Encuentros desafortunados niegan lazos
Me enrredas con violencia y demuestras tu encanto
Sonido puente que entorpece mi dignidad
Y sigo en juego amargo sin pedir mas
Avanza tu insolente apuesta
y cerraste el final
Me arrastras a tu altar
Tropiesos han desmantelado por pedazos
Y desiertos que quedaron vagos de ser fangos
Desvio adormece en frio mi caminar
Avivo es sometido a su piedad
Me alcanza tu insolente apuesta
y serraste al cabar
Me alcanzas en tu altar
Un rio inunda laberintos de mi anciedad
revivo el castigo en los demas
Arrancas demoliendo sitios
te pondras tu disfraz
Regresas a tu altar.
Altar
Encontros infelizes negam laços
Me enroscas com violência e mostras teu encanto
Som do ponte que atrapalha minha dignidade
E sigo em um jogo amargo sem pedir mais
Avança tua aposta insolente
e fechou o final
Me arrastas pro teu altar
Tropeços desmantelaram em pedaços
E desertos que ficaram vagos de serem lamas
Desvio adormece em frio meu caminhar
Avivo é submetido à sua piedade
Me alcança tua aposta insolente
e serraste ao acabar
Me alcanças no teu altar
Um rio inunda labirintos da minha ansiedade
revivo o castigo nos outros
Arrancas demolindo lugares
te colocarás tua fantasia
Retornas ao teu altar.