395px

Desorganizar Tudo

Depresión Sonora

Desordenarlo Todo

Todos los días la misma historia
Debería cuidarme y hacer más deporte
Salir al campo, ir a ver a mi amigo
Va a hacer cuatro años que no voy a verte
Aún sueño contigo, en que te diría
Si estás enfadado, si sigues jugando
Escuchando aquel grupo que tú me enseñaste
En nuestro banco del parque, si entraste en la cárcel

Y me hago el fuerte aunque sigo escondiendo
Los mismos complejos que siendo niños
Quisiste abrazarme, ahora somos extraños
Ser un humano, una máquina tonta es tan aburrido
Desordenarlo todo, tocar fondo
Revolver mil recuerdos y encontrarme tu foto

Tu voz tenue atraviesa este estruendo
Inocente recuerdo aquellas palabras
De que siempre quisimos tener una banda
No dar marcha atrás y guardar mil historias
La vida adulta no me deja tranquilo
Egoísta expulsa a la gente cercana
Pero sigo con el mismo sueño, las mismas orejas
Busco romper mi propia cadena

Busco romper mi propia cadena
Bu-busco romper

Y me hago el fuerte aunque sigo escondiendo
Los mismos complejos que siendo niños
Quisiste abrazarme, ahora somos extraños
Ser un humano, una máquina tonta es aburrido
Desordenarlo todo, tocar fondo
Revolver mil recuerdos y encontrarme tu foto

Desorganizar Tudo

Todo dia a mesma história
Deveria me cuidar e fazer mais exercício
Sair pro campo, ir ver meu amigo
Faz quase quatro anos que não te vejo
Ainda sonho contigo, no que eu diria
Se você tá bravo, se ainda tá jogando
Escutando aquela banda que você me mostrou
No nosso banco do parque, se você foi preso

E eu me faço de forte, mas ainda escondo
Os mesmos complexos que tínhamos quando crianças
Você quis me abraçar, agora somos estranhos
Ser humano, uma máquina burra é tão chato
Desorganizar tudo, tocar fundo
Revirar mil lembranças e encontrar sua foto

Sua voz suave atravessa esse barulho
Lembrança inocente daquelas palavras
De que sempre quisemos ter uma banda
Não voltar atrás e guardar mil histórias
A vida adulta não me deixa em paz
Egoísta expulsa quem tá perto
Mas sigo com o mesmo sonho, as mesmas orelhas
Buscando quebrar minha própria corrente

Buscando quebrar minha própria corrente
Bu-buscando quebrar

E eu me faço de forte, mas ainda escondo
Os mesmos complexos que tínhamos quando crianças
Você quis me abraçar, agora somos estranhos
Ser humano, uma máquina burra é chato
Desorganizar tudo, tocar fundo
Revirar mil lembranças e encontrar sua foto

Composição: Harto Rodríguez, Markusiano