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Parte II: Eu a Abraço com Força (Carta à Solidão)

Depresión Sonora

Parte II: La Abrazo Con Fuerza (Carta a La Soledad)

Siempre lloro en mi cumpleaños
En invierno nadie quiere dormir solo
Llevo un año siendo un estorbo
Me apuñalo para ver si sangro

Me santiguo por si al caso me salvo
Si hay algo dentro de este odio
Quiero quererme pero no me encuentro
Y nadie va a buscarme entre tanto ego

Tiempos revueltos que no elegiste
Miradas tristes desde lejos
Viejos amigos que no se conocen
Soledad, enfermedad de hombres

Dentro de poco es el año que viene
¿Qué he aprendido? Solo a caerme
Soy un payaso con sonrisa pobre
Todo desde que no quieres verme

Siento una tristeza inmensa, atraviesa mi cuerpo y no hay nadie cerca
Y no hay nadie cerca
Siento una tristeza inmensa, y como no sé qué hacer, la abrazo con fuerza
La abrazo con fuerza

Parte II: Eu a Abraço com Força (Carta à Solidão)

Sempre choro no meu aniversário
No inverno, ninguém quer dormir sozinho
Há um ano, tenho sido um estorvo
Me apunhalo para ver se sangro

Me benzo por precaução, caso eu me salve
Se há algo dentro desse ódio
Quero me amar, mas não me encontro
E ninguém vai me procurar em meio a tanto ego

Tempos tumultuados que você não escolheu
Olhares tristes de longe
Velhos amigos que não se conhecem
Solidão, doença dos homens

Em breve, é o ano que vem
O que eu aprendi? Apenas a cair
Sou um palhaço com um sorriso pobre
Tudo desde que você não quer me ver

Sinto uma tristeza imensa, atravessa meu corpo e não há ninguém por perto
E não há ninguém por perto
Sinto uma tristeza imensa, e como não sei o que fazer, a abraço com força
A abraço com força