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Chifres de Diabo

Desorden Público

Cachos De Vaca

Quisiera orbitarte, navegar a tu alrededor
Como aleta de tiburón en altamar (azul profundo)
Quisiera fatigarte, verte nadar sin rumbo
En la vorágine, entregada a mis fauces

Quisiera que fueras como el perro de Pavlov
Quisiera que babearas
Cuando suene la campana de mis ganas
Quisiera hacerte presa
De mis palabras, de mis labios

Y de estos cachos que no son de vaca
Sino de diablo (x3)

Quisiera, finalmente, ser guionista de tus suenos
Darle historias de terror a tus noches blanco y negro
Monstruos traviesos serán mis armas
Para verte temblando y agarrando...te

De estos cachos que no son de vaca
Sino de diablo (x3)

Chifres de Diabo

Queria orbitar você, navegar ao seu redor
Como aleta de tubarão em alto-mar (azul profundo)
Queria te cansar, te ver nadar sem rumo
Na voragem, entregue às minhas garras

Queria que você fosse como o cachorro de Pavlov
Queria que você babasse
Quando soasse o sino das minhas vontades
Queria te fazer presa
Das minhas palavras, dos meus lábios

E desses chifres que não são de vaca
Mas sim de diabo (x3)

Queria, finalmente, ser roteirista dos seus sonhos
Dar histórias de terror às suas noites em preto e branco
Monstros travessos serão minhas armas
Pra te ver tremendo e se agarrando... a mim

Desses chifres que não são de vaca
Mas sim de diabo (x3)

Composição: Horacio Blanco