Negativity Flux
The shapeless magnificence in mental decay,
A being succumbed entirely to infection,
I find no cell left inside me uncorrupted,
By this dismal molecular disparity,
An entire exhausted universe unfolded within,
An atrophied constellation of malignant pulsing organs,
Diminishing and slowly ingesting…
As is the birth and formation, of such bleak, empty voids,
For not even blood could warm the soul,
Those veins filled with the over abundance of hollow cells,
The sour heart swelled to bursting,
With the asphyxiating strain of such tired ventricles,
The unceasing cerebral torture,
Equating endlessly to an existence in abnegation,
Such corrosive venom for the already abated mind,
The inevitable awakening of it's despair!
A grotesque neurological festering,
A perfidious psychological drift,
The perfect domicile for the despondence within,
Denigration now profuse beyond all compare,
Eyes obscured and stinging with the bitterness of tears,
A combustion now surging throughout every nucleus,
Deteriorating and burning within these intense, lonely, excruciating flames,
Seek emergence now from the anguish of sleepless perpetuity,
In this true and horrific form,
Commence the rapid descent to a plateau of complete inhumanity.
To long complete belonging unto exquisite nothingness,
To scramble joyously free of mortality's clutches,
And escape into the nothingness of matters emanation,
To return to the welcome silence and tranquillity,
The solitude of some solemn dismal womb,
And in this appalling internal twilight, I shatter slowly,
My afflicted carbon fragments spinning silently throughout eternity,
As a bleak drifting shadow, that knows no human guise.
As negativity in flux.
Fluxo de Negatividade
A magnificência amorfa na decadência mental,
Um ser sucumbido inteiramente à infecção,
Não encontro nenhuma célula dentro de mim que não esteja corrompida,
Por essa desoladora disparidade molecular,
Um universo inteiro exaurido se desdobrou por dentro,
Uma constelação atrofiada de órgãos pulsantes malignos,
Diminuindo e lentamente ingerindo…
Como é o nascimento e a formação, de tais vazios sombrios e vazios,
Pois nem mesmo o sangue poderia aquecer a alma,
Essas veias cheias da abundância excessiva de células ocas,
O coração azedo inchou até estourar,
Com a pressão asfixiante de tais ventrículos cansados,
A tortura cerebral incessante,
Equivalendo infinitamente a uma existência em abnegação,
Tal veneno corrosivo para a mente já abatida,
O inevitável despertar de seu desespero!
Uma festering neurológica grotesca,
Uma traiçoeira deriva psicológica,
O lar perfeito para a desolação interior,
A denigração agora profusa além de toda comparação,
Olhos obscurecidos e ardendo com o amargor das lágrimas,
Uma combustão agora surgindo em cada núcleo,
Deteriorando e queimando dentro dessas chamas intensas, solitárias e excruciantes,
Busque agora a emergência da angústia da perpetuidade sem sono,
Nesta verdadeira e horrífica forma,
Comece a rápida descida a um platô de completa desumanidade.
Para um pertencimento completo ao nada requintado,
Para se libertar alegremente das garras da mortalidade,
E escapar para o nada da emanação das coisas,
Retornar ao silêncio e à tranquilidade acolhedores,
A solidão de algum útero solene e sombrio,
E neste terrível crepúsculo interno, eu me despedaço lentamente,
Meus fragmentos de carbono aflitos girando silenciosamente pela eternidade,
Como uma sombra sombria à deriva, que não conhece disfarce humano.
Como negatividade em fluxo.