Muslin Genocide
Beneath contempt yet in the eye of the storm
Of instinctive aversion and scorn
From sombre apprehension ascending
Murderous clamour of waging war
Redemption refused, impious condemnation
Finally discord has taken its toll
No compassion, thirsting for extermination
Bathing in genocidal anticipation
Iconoclastic infidels
Anointed in bigotry
Abolish the divine and blessed
Demented revelations of Mohammed
Vomit inducing imposing pompous spires
Pulverized to the defiled ground
All-consuming profane decimation lust
Mosques levelled down to dust
Sweeping resistance without respite
Nothing inflicted too heinous or vile
With utmost impudence
Reciting hymns to wounded
Striding victorious among carcasses
Termination of wretched existence
Abolition of divine and blessed
Demented revelations of Mohammed
Paradisiacal visions dissolve in a pool of blood
Martyrs of yore uselessly bled
Last glimpses caught before inglorious demise
Infidels shaving the dead
Genocídio Muçulmano
Abaixo do desprezo, mas no olho da tempestade
De aversão instintiva e desprezo
Da apreensão sombria ascendendo
Clamor assassino de guerra declarada
Redenção negada, condenação ímpia
Finalmente a discórdia cobrou seu preço
Sem compaixão, sedenta por extermínio
Banho em antecipação genocida
Infieis iconoclastas
Ungidos em preconceito
Abolir o divino e abençoado
Revelações dementes de Maomé
Torres pomposas que induzem ao vômito
Pulverizadas até o chão profanado
Desejo de aniquilação que consome tudo
Mesquitas reduzidas a pó
Resistência varrendo sem descanso
Nada infligido é muito hediondo ou vil
Com a maior impudência
Recitando hinos aos feridos
Caminhando vitorioso entre carcaças
Término da existência miserável
Abolição do divino e abençoado
Revelações dementes de Maomé
Visões paradisíacas se dissolvem em um lago de sangue
Mártires de outrora sangraram em vão
Últimos vislumbres antes da morte ignominiosa
Infieis depilando os mortos